Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dívida bruta do governo encerra 2024 em R$ 8,98 trilhões, ou 76,1% do PIB

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) como proporção do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 77,7% em novembro para 76,1% em dezembro, segundo informou o Banco Central nesta sexta, 31. Em dezembro de 2023, a relação dívida/PIB estava em 73,8%. Em reais, a dívida bruta do governo recuou de R$ 9,09 trilhões para R$ 8,98 trilhões na passagem de novembro para dezembro - no final de 2023, era de R$ 8,07 trilhões.

De acordo com o chefe adjunto do departamento de estatísticas do BC, Renato Baldini, a redução significativa da dívida bruta do governo geral em dezembro de 2024 reflete a redução de operações compromissadas do Banco Central.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Essa redução (em relação a novembro) é explicada sobretudo pela redução no volume das operações compromissadas do Banco Central, e que resultou na redução das reservas internacionais após as intervenções realizadas pelo Banco Central no mercado de câmbio em dezembro", disse, explicando que para garantir liquidez nas intervenções o BC reduziu o volume de operações com compromisso de recompra de moeda. A redução dessas operações contribuiu com uma redução de 1,7 ponto porcentual na DBGG de dezembro.

O pico da dívida bruta foi alcançado em dezembro de 2020 (87,6% do PIB), devido às medidas fiscais adotadas no início da pandemia de covid-19. No melhor momento, em dezembro de 2013, chegou a 51,5% do PIB.

A DBGG, que abrange os governos federal, estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais, é uma das referências das agência de classificação de risco para avaliar a capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a relação dívida/PIB, maior o risco de calote.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BC estima que cada 1% de desvalorização do dólar ante o real implica em uma alta de 0,1 ponto porcentual na DBGG como proporção do PIB, o equivalente a R$ 11,80 bilhões. E cada 1 ponto de alta da taxa Selic, mantido por 12 meses, tem reflexo de 0,41 ponto porcentual na dívida bruta, cerca de R$ 48,60 bilhões em valores correntes. Cada alta ou baixa do IPCA de 1 ponto, mantida por 12 meses, tem impacto de 0,15 ponto porcentual na dívida bruta, ou R$ 18,10 bilhões.

Dívida líquida

A Dívida Líquida do Setor Público (DLSP), que leva em conta as reservas internacionais do Brasil, caiu de 61,2% do PIB em novembro (dado revisado) para 61,1% em dezembro, e atingiu R$ 7,22 trilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV