Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Diretor diz que estudo sobre ciclos de queda de juros no Brasil será apresentado

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, disse que deve apresentar "em brevíssimo" um estudo comparando os ciclos de queda de juros no Brasil, que mostra que os motivos da desinflação são diferentes a cada ciclo.

"Tem ciclos que são muito mais por abertura de hiato, e aí você tem uma desinflação mais persistente, e tem outros em que você vem de um choque de bens industriais, e isso contribui para a inflação de serviços", exemplificou Guillen, em evento da PUC-Rio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele ainda repetiu que a autoridade monetária não deve revisar com frequência as suas estimativas para variáveis não-observáveis da economia, como a taxa real neutra de juros, para não exacerbar reações.

"Eu não sou muito fã de ficar fazendo revisão de taxa neutra no curto prazo", disse Guillen. "A cada trimestre ficar revisando taxa neutra, eu acho que isso nos leva a overreaction, uma hiperreação. Toda vez que você acha que o juro tem que subir, você sobe a taxa neutra. Quando você acha que o juro tem que cair, você corta a taxa neutra."

Ele disse que, tanto no caso da taxa neutra de juros, como do hiato do produto, o BC tem procurado aumentar a transparência divulgando os resultados de diversos modelos usados para estimar as variáveis.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Guillen chamou atenção que não há evidências de grandes mudanças no sistema financeiro que justifiquem um aumento forte do juro neutro, devido a uma eventual redução da potência da política monetária.

E acrescentou que o BC tem tentado decompor eventuais impactos, por exemplo, do fiscal na renda da população. "Quando a gente olha essas medidas de renda ampla, parece que 70% a 80% desse crescimento deve ser mercado de trabalho e o restante deve ser fiscal", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV