Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Devolução de concessão trava aportes

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Leiloadas num período de extrema euforia com a economia brasileira, nove concessões de rodovias e aeroportos enfrentam um demorado e complexo processo de relicitação para por fim a um ciclo de prejuízos envolvendo empresas, consumidores e a União. Alguns ativos foram devolvidos há mais de dois anos e ainda não têm expectativa de um desfecho final. Enquanto isso, boa parte dos R$ 45,5 bilhões de investimentos previstos durante as concessões está suspensa.

O Aeroporto do Galeão foi o último a integrar esse grupo. Em fevereiro, depois de muitas tentativas, mudança acionária e negociações com o governo, a concessionária sucumbiu aos problemas e entrou com pedido de devolução amigável do terminal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Antes dele, concessões como Via-040 (BR-040), MS Via (BR-163/MS), Concebra (BR-060/153/262), Autopista Fluminense (BR-101/RJ), Rota do Oeste (BR-163/MT), Rodovia do Aço (BR-393), Aeroporto de Viracopos e São Gonçalo do Amarante (RN) já haviam feito a devolução dos ativos. A lista não deve parar por aí. Segundo fontes do mercado, outras empresas estudam entregar seus ativos para relicitação.

A situação atual começou a ser desenhada entre 2007 e 2013, quando o Brasil era a grande promessa entre os emergentes. O governo carregou nas previsões de crescimento da economia e as empresas, nos lances dados em leilão. No meio do caminho, porém, o País mergulhou numa das piores recessões da história e as projeções foram por água abaixo. Em vez de crescer, a demanda encolheu, provocando descasamento com os investimentos.

NOVA LEI

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O desequilíbrio dos contratos exigiu a criação de uma lei para permitir a devolução dos ativos. Se num processo de concessão normal, o prazo é alto, numa relicitação as dificuldades são ainda maiores. Depois do processo de devolução, é preciso assinar termo aditivo com prazo de 24 meses para estudos, audiências públicas, análise do Tribunal de Contas da União (TCU) e preparação do edital, diz a secretária do Ministério de Infraestrutura, Natália Marcassa.

No caso da Via 040, primeira a ser devolvida, em 2019, o tempo não foi suficiente e um novo aditivo foi assinado. O processo deve ser enviado ao TCU em abril e espera-se fazer o leilão até dezembro. São Gonçalo do Amarante está dentro do prazo e poderia ser relicitado entre julho e agosto. As demais concessões só em 2023.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV