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Déficit comercial do Japão cresce em agosto ao maior nível em sete meses com alta do petróleo

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O Japão registrou em agosto seu maior déficit comercial em sete meses, com a alta dos custos de energia elevando a conta de importações, segundo dados oficiais divulgados nesta quarta-feira, 16.

O saldo negativo foi de 1,1056 trilhão de ienes (equivalente a US$ 7,13 bilhões) no mês passado. Em julho, o déficit havia sido de 638,344 bilhões de ienes. O resultado de agosto é o maior desde janeiro.

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De acordo com o governo, a estratégia de Tóquio para garantir o abastecimento de energia por rotas que contornam o Estreito de Ormuz ajudou a manter os fluxos de fornecimento, mas essas alternativas têm custo mais alto, pressionando os gastos com importação.

Na comparação anual, as exportações cresceram 19,3% em agosto, enquanto as importações avançaram 28,0%, refletindo o impacto do encarecimento da energia.

Apesar da escalada do petróleo, formuladores de política monetária do Banco do Japão (BoJ, em inglês) avaliam que o conflito no Oriente Médio não deve provocar uma desaceleração significativa da economia doméstica. O mercado espera que o banco central eleve a taxa de juros para 1,25%, ante 1%, ao fim da reunião de dois dias que termina na sexta-feira. Fonte: Dow Jones Newswires.

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*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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