Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Defasagens da gasolina e do diesel no Brasil sobem com alta do petróleo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A alta do petróleo fez subir a defasagem dos preços internos dos combustíveis no Brasil, segundo dados da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), aumentando a pressão por reajustes da Petrobras para manter a paridade com os preços de importação (PPI), política adotada pela estatal desde 2016.

Na terça-feira, 5, os preços médios da gasolina estavam 9% abaixo do mercado internacional e o diesel 8% mais barato, o que daria margem para a Petrobras conceder aumentos de R$ 0,31 e R$ 0,43 por litro nas refinarias, respectivamente, para voltar à paridade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No mercado baiano, atendido pela Refinaria de Mataripe, unidade privada controlada pela Acelen, a defasagem do óleo diesel chega a atingir 10%, enquanto a gasolina com maior diferença de preços com o mercado externo foi observada no porto de Araucária, Paraná, de 12%.

Segundo a Abicom, todos os mercados estão desfavoráveis para importação dos dois combustíveis.

No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP), o risco de déficit de diesel - cuja demanda aumenta no segundo semestre do ano no País, por conta da safra agrícola -, subiu de 32 milhões de litros no início de setembro para 115 milhões de litros em boletim publicado esta semana. A entidade informa, no entanto, que esse déficit deve ser coberto por estoques de produtores e distribuidores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do momento ser favorável ao aumento de preços no mercado interno, a Petrobras está sendo pressionada pelo governo para manter os preços até o segundo turno das eleições. Especialistas avaliam que o câmbio pode ajudar a estatal a manter os preços atuais, se não subir muito, mas se o barril ultrapassar os US$ 100 será muito difícil justificar a falta de repasse para o consumidor.

Nesta quinta-feira, o petróleo do tipo Brent, usado como referência pela Petrobras, subia 0,29%, cotado a US$ 93,64 o barril para os contratos de dezembro. Nesta terça, o dólar à vista fechou com alta de 0,31%, a R$ 5,1840. O dólar futuro de novembro terminou a sessão com ganho de 0,33%, aos R$ 5,2240.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV