Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Defasagem do diesel e gasolina na BA cai a 1%, mas sobe no restante do País

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Com os aumentos realizados na sexta-feira passada pela Refinaria de Mataripe, na Bahia, os preços de importação no porto de Aratu registram defasagem de apenas 1% em relação ao mercado internacional tanto para gasolina como para o diesel , enquanto os demais portos do País registram diferenças de preço da ordem de 8% e 11%, respectivamente. Os dados são da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

A disparada do preço do petróleo na semana passada levou a Acelen, controladora da Refinaria de Mataripe, na Bahia, a reajustar o diesel em 12,4% e a gasolina em 3,6% a partir de sábado, 26. Mataripe, ex-Refinaria Landulpho Alves (Rlam), foi privatizada em dezembro do ano passado e tem feito reajustes semanais para a gasolina e o diesel, enquanto os demais combustíveis têm um ritmo menor de alteração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Já a Petrobras, responsável pelas demais refinarias do País, que atendem 80% do mercado brasileiro de combustíveis, está há 18 dias sem reajuste. A estatal afirma que mantém os seus preços alinhados com o preço de importação e que faz movimentos a partir de mudanças estruturais, e não conjunturais.

De acordo com a Abicom, para equiparar os preços do mercado interno ao praticado no Golfo do México, a Petrobras deveria elevar a gasolina em R$ 0,33 o litro e o diesel em R$ 0,58 o litro. Pressões do governo, porém, tem segurado os reajustes da estatal, que chegou a ficar quase dois meses sem aumentar o preço da gasolina e do diesel, e mais de cinco meses sem reajustar o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP).

O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, tem resistido às pressões e afirmado que é necessário equiparar os preços ao mercado internacional para manter o Brasil abastecido, principalmente de diesel, produto que depende 20% de importação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV