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Daycoval tem lucro líquido recorrente de R$ 434,6 milhões, queda de 8,1% em 12 meses

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O Banco Daycoval registrou lucro líquido recorrente de R$ 434,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 8,1% em relação a igual trimestre de 2025 e de 1,6% na comparação com o quarto trimestre.

O retorno sobre o patrimônio (ROAE) recorrente cedeu para 24% no primeiro trimestre, de 26% no mesmo período de 2025, mas subiu frente ao quarto trimestre, quando estava em 22,2%. A margem financeira líquida caiu para 8,1% ao final do primeiro trimestre, de 9% no mesmo intervalo de 2025, e subiu frente a 7,4% do quarto trimestre.

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Segundo o banco, a contração reflete principalmente uma constituição maior de provisões, somada ao avanço nos investimentos em novas frentes de negócios. O Daycoval cita que essas novas frentes de negócios têm se consolidado como um vetor de receitas mais relevantes.

Entre as novas áreas de atuação nas quais o Daycoval tem acelerado estão a plataforma digital de investimentos (Daycoval Investe), que registrou alta de aproximadamente 28% em 12 meses no volume de ativos sob custódia, para R$ 8,1 bilhões. A base de clientes aumentou 12%, para 433 mil. Ao lado dela, o banco destaca a gestora de ativos Daycoval Asset Management, com R$ 28,3 bilhões em ativos sob gestão, alta de 35,4% frente ao primeiro trimestre de 2025, que reúne 124 fundos.

Em seu negócio core, a carteira de crédito ampliada cresceu 19,8% na base anual e ficou praticamente estável no comparativo trimestral, atingindo R$ 74,5 bilhões. A carteira de crédito empresas somou R$ 51,5 bilhões, um crescimento anual de 69%, em grande parte composto por cessão de recebíveis (R$ 12,3 bilhões) e por avais e fianças (R$ 10,5 bilhões). O crédito a empresas por meio de títulos privados, incluindo debêntures, CRI, CRA, Notas Comerciais e CPRs, somou R$ 8,3 bilhões, alta de 16% em 12 meses.

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No segmento de varejo, a carteira de crédito somou R$ 23,1 bilhões, aumento de 31% na comparação com o primeiro trimestre de 2025. Grande parte dos produtos dessa carteira é colateralizada, como crédito consignado (R$ 15,6 bilhões), cartão consignado (R$ 2,8 bilhões) e financiamento de veículos (R$ 4,1 bilhões). A carteira de veículos cresceu 45,5% em 12 meses e 11% em relação ao quarto trimestre.

O índice de inadimplência acima de 90 dias caiu para 2% no primeiro trimestre deste ano, contra 2,3% no mesmo intervalo de 2025, mas subiu em relação a 1,7% do quarto trimestre.

As despesas com provisão para créditos de liquidação duvidosa subiram para R$ 428 milhões no primeiro trimestre, de R$ 134,8 milhões no mesmo intervalo do ano passado. O saldo das provisões para devedores duvidosos aumentou 13,4% na base anual e 5,7% no comparativo trimestral, para R$ 2,34 bilhões. O saldo do estágio 3, que compreende a carteira de crédito de maior risco, cresceu 11% em 12 meses e caiu 2,4% no trimestre, para R$ 2,6 bilhões.

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