Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Dados mais recentes apontam para aceleração inflacionária, diz dirigente do Fed

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de St. Louis, James Bullard destacou nesta quinta-feira, 17, sua preocupação com a trajetória dos preços, o que tem feito com que ele defenda um aperto monetário mais rápido nos Estados Unidos. Durante evento da Universidade Columbia, ele destacou o fato de que os dados mais recentes de inflação continuam a vir acima do esperado e ela inclusive acelera, "não o contrário". Nesse contexto, o dirigente voltou a argumentar a favor de uma elevação de 1 ponto porcentual dos juros até 1º de julho.

"Atualmente, há inflação demais para os EUA", afirmou ele, que tem direito a voto nas decisões de política monetária neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Bullard notou que a meta de inflação do Fed está sendo superada "em mais de 300 pontos-base", no quadro inflacionário atual, e disse que o mercado pode estar "perdendo a fé" de que os preços irão desacelerar sem medidas do BC.

Após a alta defendida por ele, a partir de julho o Fed poderá avaliar se acelera ou retarda o ritmo do aperto, considerou, reforçando que o é preciso agir de modo "mais rápido e mais agressivo" nesse contexto inflacionário.

Bullard destacou que o país passa por uma melhora econômica rápida, após o auge do choque da pandemia, com expectativa de que o PIB avance neste ano acima do potencial e o mercado de trabalho se recuperando.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele mencionou que algumas análises apontam que a taxa de desemprego poderia recuar abaixo de 3% neste ano.

Segundo o dirigente, o aperto monetário em si não deve trazer risco de recessão para o país.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV