Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Custo de vida na RMSP sobe 6,3% em 2022 ante 10,02% em 2021, diz FecomercioSP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O indicador de Custo de Vida por Classe Social (CVCS) da Região Metropolitana de São Paulo subiu 6,3% em 2022, informou nesta quarta-feira, 25, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (FecomercioSP). O resultado foi inferior ao registrado em 2021, quando o avanço foi de 10,02%.

Em 2022, de acordo com a entidade, não houve discrepâncias significativas entre as faixas de renda. A variação acumulada foi de 6,06% na classe C, de 6,53% na E e de 6,99% na A. Entre os nove grupos pesquisados pelo levantamento, vestuário e saúde apresentaram os maiores aumentos no ano, de 16,69% e 11,97%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O avanço de vestuário impactou de forma homogênea as faixas de renda, diante do disparo nos custos de insumos - como malhas, algodão e poliéster - e nos custos do frete internacional, além do aumento da demanda provocado pela reabertura pós-pandemia. Os itens com maior influência dentro do grupo foram vestidos (41,67%) e calças compridas femininas (28,5%) e infantis (24,38%).

Na saúde, por outro lado, a pressão foi maior para a classe E (14,3%) do que para a A (10,84%). De forma geral, os produtos de higiene e beleza ficaram 19,9% mais caros, com destaque para sabonete (31,69%), enquanto os preços de produtos farmacêuticos cresceram 12,93%, com destaque para analgésicos e antitérmicos (17,27%).

Ainda de acordo com a entidade, o Índice de Preços do Varejo (IPV) acumulou alta de 7,08% em 2022 e o Índice de Preços dos Serviços (IPS), de 5,44%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a FecomercioSP, a tendência é que o custo de vida recue em 2023. "Problemas mais estruturais, como a guerra na Ucrânia, estão, de certa forma, sanados; enquanto os pontuais, como as chuvas em excesso ou a estiagem, impactam diretamente os preços dos alimentos", diz, em relatório. "A volta da cobrança dos impostos federais dos combustíveis, a partir de março, deve afetar o bolso dos consumidores, portanto, uma inflação mais moderada pode manter o poder de compra das famílias, principalmente com a recuperação no mercado de trabalho."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV