Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Curva a termo abre com desconforto fiscal-eleitoral, Treasuries e câmbio

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os juros futuros ampliaram a alta na curva a termo na tarde desta segunda, 22, mediante desconforto fiscal, na esteira de incertezas sobre quais serão os candidatos nas eleições de 2026. Como pano de fundo, a abertura da curva dos Treasuries nos Estados Unidos e o dólar a R$ 5,58, também impulsionaram o movimento, porém a liquidez foi reduzida nesta segunda-feira de agenda esvaziada e com feriado na semana.

O contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 fechou com taxa de 13,84%, de 13,770%, e o para janeiro de 2029 avançou para 13,35%, de 13,237% na sexta-feira, enquanto o vencimento para janeiro de 2031 subiu para 13,655%, de 13,537% no ajuste anterior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Destaque para notícias que apontam articulações para fortalecer a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a CNN, o entorno do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), abriu conversas para disputar a vice-presidência na chapa de Flávio, numa costura liderada pelo presidente do PSD, Gilberto Kassab.

"Nessas últimas semanas o mercado financeiro vem acompanhando bastante esse desdobramento que temos com relação a Flávio Bolsonaro, Tarcísio, enfim. Antes do Flávio, havia uma propensão mais forte de um centro-direita ganhando força no ano que vem, mas na sequência do senador ganhando espaço nas pesquisas eleitorais, o mercado passa a colocar um pouco mais de 'risco' e tira um pouco a convicção de uma vitória de centro-direita", comenta Rafael Passos, sócio e analista da Ajax Asset. Ele acrescenta que cada vez mais haverá maior volatilidade por conta do tema eleitoral, e que nesta semana a liquidez tende a ser menor.

O economista Julius Hedegus Netto, da JHN Consulting, concorda: "Estresse com front fiscal delicado e incertezas sobre eleições" balizaram o comportamento da curva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Passos menciona, ainda, que o mercado reverbera a comunicação mais dura do Banco Central (BC) recentemente. "Justamente por conta de ruído político, o BC ainda tende a ficar mais hawkish. E lá fora não tem nenhum grande direcionamento, com as taxas mais longas abrindo - sendo um movimento mais técnico, do que de fato, fundamento. E também tem um estresse no câmbio, pois sazonalmente há uma demanda mais forte por dólar", complementa o analista.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV