Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Crescimento econômico mundial deve ser de 2,4% em 2023, prevê Unctad; EUA devem crescer 2%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad, na sigla em inglês) projeta que o crescimento mundial deverá diminuir de 3% em 2022 para 2,4% em 2023, se encontrando com a definição de uma "recessão" global.

Olhando para os Estados Unidos, o crescimento projetado é de 2,0%, uma revisão de 1,1 ponto porcentual para cima em relação ao relatório anterior. Para 2024, o avanço da atividade econômica deverá ser de 1,9%. A Unctad também defende que um pouso suave na economia americana ainda parece possível, o que indicaria que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) está perto de alcançar seu nível mais baixo, junto com uma desaceleração da inflação e aumento do desemprego.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O avanço econômico da zona do euro para 2023, entretanto, deverá ser de 0,4%, ante 0,7% projetado na última publicação, com forte aumento da energia, persistente inflação dos preços dos alimentos e exercendo pressão sobre o consumo. Entretanto, "a decisão do Banco Central Europeu (BCE) de aumentar as taxas de juro até o fim de setembro lançou uma sombra sobre as perspectivas para o quarto trimestre, aumentando o risco de levar a zona euro a uma recessão". Já para 2024, a economia deve crescer 1,2%.

Já a projeção para o avanço econômico do Japão aumentou de 1,6% para 2,3% em 2023, mas com previsão de desaceleração para avanço de 0,9% em 2024. Segundo a Unctad, em 2023, "a procura externa continuou forte, enquanto a inflação moderada e um acordo nacional sobre o crescimento salarial revigoraram a procura dos consumidores. Por outro lado, a orientação contracionista da política orçamental continuou".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV