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CORREÇÃO: Petróleo fecha em alta e dispara na semana, com escalada de tensões no Oriente Médio

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A matéria publicada anteriormente continha uma incorreção na variação semanal dos preços do petróleo. A variação semanal correta para o WTI e o Brent é de alta de 5,6% e 6,6%, respectivamente, não 13%, como informado no primeiro e no segundo parágrafos anteriormente. Segue versão corrigida:

O petróleo fechou em alta nesta sexta-feira, 21, e saltou aproximadamente 6% na semana, conforme as negociações entre Estados Unidos e Irã seguem paralisadas e os dois países continuam trocando ameaças.

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Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para outubro fechou em alta de 0,26% (US$ 0,23), a US$ 87,06 por barril. O petróleo Brent para o mesmo mês, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), encerrou em alta de 0,65% (US$ 0,61), a US$ 94,39 o barril. Na semana, o WTI subiu 5,6% e o Brent avançou 6,6%.

O endurecimento da posição de Washington e sua ofensiva contra a economia do Irã mantém o transporte marítimo pelo Estreito de Ormuz ainda incerto. O tráfego de embarcações na via marítima ainda permanece bem abaixo dos níveis anteriores à guerra, em meio a ataques aos petroleiros também no Mar Vermelho.

Para analistas da High Frequency Economics (HFE), os fundamentos sugerem que os preços devem continuar subindo, com a demanda superando a oferta disponível tanto de petróleo bruto quanto de derivados. "Não há qualquer tipo de conversa entre os Estados Unidos e o Irã para restabelecer o trânsito aberto pelo Estreito de Ormuz. Portanto, o equilíbrio entre oferta e demanda tem sido projetado para continuar indefinidamente", afirmam.

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Um comandante da Marinha do Irã afirmou hoje que as forças armadas do país não permitirão que "inimigos" se aproximem do território persa, ao mesmo tempo que não permitirão que o "inimigo dê um único passo para trás".

Já o presidente iraniano Masoud Pezeshkian disse nesta sexta-feira que "é melhor terminar a guerra hoje", quando o Irã está "em uma posição de poder e dignidade", segundo a agência estatal Press TV.

A campanha de "guerra econômica" anunciada esta semana pelos Estados Unidos contra o Irã foi criticada hoje pela China. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, cobrou os dois países a "agirem de forma responsável e buscarem uma solução por meios políticos e diplomáticos".

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Em paralelo, o Iraque enviou uma delegação à Arábia Saudita em busca de uma cota de produção e exportação maior na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), segundo a Reuters.

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