Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Coreia do Sul cancela vistoria e adia decisão sobre abertura de mercado para carne brasileira

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Coreia do Sul cancelou as visitas que faria a plantas frigoríficas de carne bovina brasileira e adiou a esperada abertura do mercado do país asiático para o produtor brasileiro. A informação foi publicada pelo jornal Folha de S.Paulo.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pleiteia a entrada da carne no mercado sul-coreano em meio às novas regras de importação impostas pela China no fim do ano passado. O ministério da Agricultura e Pecuária ainda não se pronunciou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Em fevereiro deste ano, o então ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, acompanhou o presidente Lula em visita oficial ao país asiático e afirmou que o governo havia registrado avanços para a "tão sonhada auditoria" na carne bovina brasileiro, um dos passos para a abertura do mercado asiático.

Em dezembro do ano passado, a China anunciou a adoção de medidas de salvaguarda contra a importação de carne bovina. A decisão foi comunicada pelo Ministério do Comércio (Mofcom) do país.

O governo chinês decidiu adotar cotas específicas por país para importação de carne bovina com a imposição de uma tarifa adicional de 55% para volumes que excederem a cota, conforme antecipou o Estadão/Broadcast.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil, principal fornecedor da proteína vermelha ao mercado chinês, tem uma cota de exportação de 1,106 milhão de toneladas sem tarifas adicionais em 2026.

No domingo, 10, o Ministério do Comércio da China informou oficialmente que as importações atingiram, no sábado, 9, a marca de 50% da cota anual estabelecida para 2026.

Segundo o comunicado n.º 32/2026 do Departamento de Remédios Comerciais, o volume alcançado refere-se ao limite definido no anúncio ministerial de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O governo chinês alertou que, uma vez preenchida a totalidade da cota (100%), será aplicada uma sobretaxa de 55% sobre a tarifa de importação vigente, com início a partir do terceiro dia após o esgotamento do teto.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV