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COP26: setores da economia que ganham e perdem

No total, a COP26 delimitou quatro objetivos gerais para países que participam do acordo

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COP26: setores da economia que ganham e perdem
Autor Foto: Divulgação

A 26ª conferência das Nações Unidas sobre as mudanças climáticas, COP26, esteve a todo vapor, acontecendo desde o dia 31 de outubro até ao dia 12 deste mês em Glasgow, na Escócia. COP significa Conferência das Partes - os 196 países e União Europeia que assinaram um acordo internacional que passou a valer em 1994. Este acordo é a respeito das mudanças climáticas, e a reunião anual (COP) avalia como esses países estão lidando com o aquecimento global e o que eles podem melhorar em suas políticas.

Atualmente, a negociação do clima entre esses países vem buscando uma redução na emissão de poluentes, e a meta é que todos atinjam a neutralidade até 2050. Neste texto, você entende quais são os compromissos da COP e como eles irão gerar mudanças não só climáticas, como também econômicas, com vencedores e perdedores.

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Objetivos da COP26

No total, a COP26 delimitou quatro objetivos gerais para países que participam do acordo. O primeiro é manter o aumento da temperatura global abaixo de 1,5°C se comparado com o período pré-industrial. Para isso, é preciso que os países se comprometam em reduzir as suas emissões de carbono para 2030 através de algumas ações, como eliminar o uso do carvão gradualmente, encorajar o investimento em energia renovável e acelerar a mudança para veículos elétricos.

O segundo objetivo da COP é tomar medidas para preservar as comunidades e habitats naturais. Já o terceiro objetivo será que países desenvolvidos mobilizem pelo menos US$100 bilhões por ano para financiar a proteção climática e ajudar na entrega dos dois primeiros objetivos. Por fim, a Conferência deseja que todos os países trabalhem juntos, com uma colaboração entre governos, negócios, e a sociedade civil.

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Os vencedores

Não se pode negar que essas metas atinjam governos e corporações em larga escala, desde as multinacionais aos negócios locais. Isso porque essa transição para uma agenda ambiental limpa tem muitas chances de fomentar e encorajar fundos verdes, potencializando as empresas que são fundamentais para essa mudança - da mesma forma como prejudicará as companhias que fazem parte do “problema” visado.

Os negócios que devem se beneficiar desse movimento serão aqueles relacionados à energia limpa e renovável, como a eólica e solar, assim como as fabricantes dos componentes para essa indústria e aqueles que produzem e armazenam essa energia.

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Na verdade, ao redor do mundo, inclusive no Brasil, já vemos que essa indústria vem ganhando grande impulso, com a popularidade de placas de energia solar. De maneira semelhante, os serviços ligados à tecnologia, como o streaming de vídeos e casas de jogatina online, também apresentaram uma grande adesão por parte do consumidor. Por exemplo, muitos brasileiros já sabem que a bet365 é confiável, e hoje migraram para o ambiente virtual para realizarem as suas apostas esportivas de maneira segura. A bet365 é uma empresa renomada no setor de jogatina e oferece inúmeros bônus e ofertas de boas-vindas para os seus novos clientes, com o intuito de oferecer uma experiência mais rica e divertida.

Quanto à energia limpa, um levantamento realizado pela Bloomberg mostra que os investimentos em startups do setor aumentaram exponencialmente mesmo nos últimos meses: de US$2,9 bilhões, em janeiro, para US$36,8 bilhões, em setembro,

Os perdedores

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Por outro lado, as companhias que utilizam compostos poluentes como base para as suas operações, como os produtores de combustíveis fósseis e mineradoras de carvão, serão duramente impactadas nestes próximos anos - e podem ser consideradas as perdedoras da equação. Da mesma maneira, as empresas de aviação verão efeitos negativos, já que são grandes poluidoras de ar.

Até mesmo o ministro da economia, Paulo Guedes, comentou a poucos dias da COP26 que a Petrobras teria “valor zero” daqui 30 anos, em 2050. Apesar de Guedes defender a privatização, se reconhece que a transição energética trará riscos sérios à petroleira, assim como dificultará que ela atraia investidores. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), as nações comprometidas com a neutralidade até 2050 devem parar de investir em petróleo e gás.

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