Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Constellation Brands supera projeção de lucro no 2º tri fiscal, mas demanda do varejo preocupa

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Constellation Brands registrou lucro e receita maiores do que o esperado no segundo trimestre fiscal, encerrado em 31 de agosto, com o forte desempenho das vendas de cerveja em bares e restaurantes compensando a desaceleração nas vendas em supermercados e lojas de bebidas.

A fabricante de cervejas informou na terça-feira um lucro de US$ 565,8 milhões, ou US$ 3,32 por ação, em comparação com US$ 466,0 milhões, ou US$ 2,65 por ação, no mesmo período do ano anterior. O lucro comparável por ação foi de US$ 3,74, superando os US$ 3,55 previstos por analistas, segundo a FactSet.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A receita subiu 6%, atingindo US$ 2,63 bilhões. Os analistas entrevistados pela FactSet projetavam uma receita de US$ 2,54 bilhões. As vendas da divisão de cervejas da Constellation, que inclui marcas como Corona e Modelo, cresceram 5%, enquanto o segmento de vinhos e destilados teve um avanço de 17% nas vendas.

O avanço nas vendas do setor de cervejas foi impulsionado pelo aumento no volume de remessas para atacadistas e distribuidores. No entanto, as vendas dos distribuidores ao varejo (depletions) - uma métrica das vendas dos distribuidores para varejistas, bares e restaurantes - caíram 0,6%.

Essas saídas do estoque, que geralmente representam um indicador melhor da demanda real, recuaram tanto para a Modelo Especial quanto para a Corona Extra, duas das principais marcas da Constellation, embora essa queda tenha sido parcialmente compensada pelo crescimento de marcas menores, como Pacifico e Victoria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso sugere que parte da força nas vendas pode ter refletido apenas o aumento no estoque dos distribuidores, e não uma demanda mais aquecida no varejo. Fonte: Dow Jones Newswires.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV