Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Congresso tem sessão no dia 4 para votar veto e projetos de crédito extraordinário no Orçamento

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Congresso e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), convocou para a quarta-feira, 4, às 12 horas, sessão do Congresso Nacional para analisar projetos de lei que abrem crédito extraordinário no Orçamento de 2023. Também devem entrar na pauta vetos presidenciais de 2021 e 2022, feitos pelo ex-presidente da República Jair Bolsonaro. A princípio, os vetos feitos na atual gestão ao projeto de lei que criou o novo arcabouço fiscal e à proposta que restabeleceu o voto de desempate a favor do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) não devem ser apreciados. No último dia 26, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou projetos de lei que abrem créditos extraordinários de R$ 2,25 bilhões, no total, no Orçamento deste ano. Para virar lei, a liberação dos recursos precisa passar também pela sessão conjunta do Congresso. As verbas serão direcionadas, por exemplo, para ações de ministérios e obras em instalações do Poder Judiciário. Ao todo, o Congresso tem 33 vetos presidenciais na fila aguardando uma decisão. Do total, 29 trancam a pauta (dois são de 2021, oito, de 2022, e 19 de 2023).

Vetos ao Carf e Arcabouço Fiscal

Os vetos aos projetos do Arcabouço Fiscal e do Carf podem não entrar em discussão nesta semana, já que há uma lista extensa de vetos mais antigos a serem analisados. No entanto, os dois vetos referentes ao novo marco fiscal passaram a trancar a pauta do Congresso desde o dia 30 de setembro. Com uma brecha ao regimento, contudo, Pacheco pode convocar uma sessão remota e analisar os vetos de forma separada, ou seja, primeiro na Câmara e depois no Senado. Neste caso, não seria uma sessão conjunta e a pauta não ficaria trancada pelos vetos que estão com prazo de votação vencidos. Normalmente, nas sessões conjuntas - votação simultânea na Câmara e Senado -, os vetos presidenciais com mais de 30 dias passam a trancar a pauta do Congresso. Como mostrou o

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.
Broadcast Político

(sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), os vetos editados pelo governo ao arcabouço fiscal e ao Carf foram alvos de críticas por parte dos líderes. De acordo com parlamentares que relataram as matérias, não houve acordo com o governo Lula (PT) em relação aos vetos. Os vetos ao PL do Carf geraram ainda mais reação pela quantidade de pontos rejeitados pelo governo. Foram no total 15 vetos, enquanto o Executivo editou dois vetos ao PL do Arcabouço Fiscal. Na semana passada, após reunião do colégio de líderes com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o líder do PT na Casa, deputado Zeca Dirceu (PR), afirmou que ficou entendido no encontro que o governo deve "cuidar melhor" dos acordos feitos junto ao Congresso Nacional para evitar vetos em matérias que foram discutidas em conjunto com os parlamentares.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV