Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Confiança empresarial cai 1,4 ponto em julho ante junho, para 91,3 pontos, revela FGV

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) caiu 1,4 ponto em julho ante junho, para 91,3 pontos, informou nesta segunda-feira (3) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o indicador caiu 0,1 ponto. A confiança empresarial recuou em julho, devolvendo a alta dos dois meses anteriores, com piora das avaliações na Indústria e nos Serviços.

"Na Indústria, o movimento parece refletir a preocupação com as novas tarifas de importação dos Estados Unidos, enquanto nos Serviços as empresas percebem enfraquecimento da demanda. Como atenuante, o indicador de otimismo com os negócios nos seis meses seguintes permaneceu relativamente estável", avaliou Aloisio Campelo Júnior, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que o ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) caiu 1,5 ponto em julho ante junho, para 92,9 pontos. O Índice de Expectativas (IE-E) caiu 1,2 ponto, para 89,8 pontos.

Entre os componentes do ISA-E, o indicador de satisfação com a situação atual dos negócios cedeu 1,7 ponto, para 91,8 pontos, enquanto o indicador do nível da demanda atual caiu 1,2 ponto, para 94,1 pontos. No IE-E, o indicador de otimismo com a demanda nos três meses seguintes recuou 2,2 pontos, para 87,2 pontos, e o de expectativas para os negócios nos seis meses seguintes caiu 0,2 ponto, para 92,5 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na passagem de junho para julho, a confiança de serviços caiu 3,0 pontos, para 87,8 pontos, e a da indústria teve queda de 2,9 pontos, para 97,2 pontos. Em sentido oposto, a confiança do comércio subiu 0,4 ponto, para 85,5 pontos, enquanto a da construção avançou 0,8 ponto, para 92,5 pontos.

Em julho, a confiança avançou em 13 dos 49 segmentos integrantes do ICE, o equivalente a 26,5% do total.

"O mercado de trabalho segue aquecido e sustenta o consumo, mas mantém a inflação pressionada e reforça a perspectiva de juros restritivos por mais tempo. Se a tendência de queda da confiança persistir, poderá contribuir para a desaceleração da atividade no segundo semestre", completou Campelo Júnior.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de empresas dos quatro setores entre os dias 1º e 28 de julho.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV