Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Confiança do empresário sobe 0,7% em março e tem a 4ª alta consecutiva, diz FecomercioSP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) avançou 0,7% na passagem de fevereiro para março, de acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Foi a quarta alta consecutiva do índice, que chegou a 111 pontos, maior nível desde outubro de 2023.

O resultado positivo foi puxado pelo crescimento de 2,8% nas perspectivas futuras dos empresários, aponta a FecomercioSP, que também destaca o aumento de 3% nas expectativas com a economia do País entre os participantes da pesquisa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Na avaliação da federação, o ciclo de queda dos juros, aliado ao aumento da massa de salários, está entre os vetores que explicam esse resultado positivo.

O otimismo com o futuro, porém, não reflete na avaliação dos empresários do setor sobre o presente. O índice de condições presentes caiu 1,3% entre fevereiro e março e a propensão para investimentos recuou 0,3% no período.

A cautela, avalia a FecomercioSP, está relacionada ao alto endividamento das famílias e a algumas incertezas no ambiente macroeconômico. Neste contexto, a federação destaca que os investimentos permanecem em níveis abaixo dos observados no segundo semestre de 2023.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Com os efeitos da queda da taxa de juros e a melhora do mercado de trabalho, que, por consequência, gera mais renda disponível das famílias, o empresariado espera que suas receitas melhorem nos próximos meses", pontua o assessor econômico da FecomercioSP, Thiago Freitas. "Isso, porém, acaba ofuscado pelo elevado nível de endividamento das empresas e dos consumidores que, somado ao alto custo financeiro, desestimula significativamente os investimentos". ressalta.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV