Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Confiança do consumidor cai 2,8% em março ante fevereiro, diz ACSP

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Índice Nacional de Confiança (INC, elaborado pela PiniOn para o Instituto de Economia Gastão Vidigal da Associação Comercial de São Paulo (IEGV/ACSP), atingiu 103 pontos em março, uma redução de 2,8%, em relação a fevereiro, mas alta de 15,7% na comparação interanual.

Apesar da retração pelo segundo mês consecutivo, o índice ainda se mantém no campo otimista (acima de 100 pontos). A sondagem foi realizada com uma amostra de 1.700 famílias, a nível nacional, residentes em capitais e cidades do interior do País.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Assim como em fevereiro, a diminuição do INC ocorre praticamente em todas as regiões, desta vez com exceção do Nordeste, onde o índice registrou estabilidade. Na análise por classes sociais, se observam reduções nas confianças das classes A, B e C, além de estabilidade para a classe D e E.

O economista da ACSP, Ulisses Ruiz de Gamboa, aponta, porém, a piora da percepção das famílias em relação ao emprego. "Se aprofundou uma percepção negativa das famílias em relação à sua situação financeira atual, com nova diminuição na segurança no emprego. Além disso, as expectativas positivas sobre a situação financeira futura das famílias e as evoluções do País e da região de moradia apresentaram relativo recuo em relação a fevereiro", explicou.

Ainda para Ruiz de Gamboa, "a evolução futura continuará a depender do desempenho da economia durante os próximos meses. As incertezas provocadas pela demora do governo federal em definir o novo arcabouço fiscal aumentam as expectativas da inflação, dificultando a redução da taxa básica de juros (Selic) e a possível geração de crescimento mais vigorosa da atividade econômica".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV