Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Confiança da construção cai 0,3 ponto em dezembro, a 95,3 pontos, afirma FGV

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Índice de Confiança da Construção (ICI) caiu 0,3 ponto em dezembro, após queda de 5,3 pontos em novembro, informou nesta terça-feira, 27, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice atingiu 95,3 pontos, o menor resultado desde março de 2022, quando havia chegado a 92,9 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) também recuou, com queda de 0,3 ponto porcentual, chegando a 78,3%. Nas aberturas, o NUCI de Mão de Obra caiu 0,8 ponto porcentual, para 79,6%, e o NUCI de Máquinas e Equipamentos caiu 2,0 pontos porcentuais, para 71,9%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Índice de Situação Atual (ISA) recuou 0,4 ponto, para 96,6 pontos, o menor índice desde agosto deste ano (96,4 pontos).

O resultado do ISA foi puxado pelo volume de carteira de contratos, que caiu 0,7 ponto, para 98,1 pontos, e pelo indicador de situação atual dos negócios, que variou 0,2 ponto negativo, para 95,0 pontos.

O Índice de Expectativas (IE) variou 0,1 ponto negativo, para 94,3 pontos, o pior resultado desde março de 2022, quando atingira 93,9 pontos. O indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses caiu 1,1 ponto, para 92,3 pontos. Em contrapartida, o indicador de demanda prevista nos próximos seis meses subiu 0,9 ponto, para 96,3 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Nos dois últimos meses passou a prevalecer um pessimismo em relação à evolução da demanda. O Indicador de Expectativas alcançou dezembro abaixo de 100, o que representa um pessimismo maior do que há um ano", afirma a coordenadora de projetos da Construção do Ibre/FGV, Ana Maria Castelo. "Ou seja, os empresários já antecipam um arrefecimento da retomada. Vale notar que a atividade ainda deverá refletir esse ciclo recente por algum tempo, mas deve perder força com a queda na demanda", acrescenta.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV