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Comitê consultivo do FMI vê crescimento global resiliente, mas alerta para riscos negativos

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O presidente do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC), órgão consultivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), Mohammed Aljadaan, ponderou, em declaração publicada nesta sexta-feira, 17, que a economia global está passando por uma transformação profunda e enfrentando uma incerteza elevada, e que o crescimento tem sido resiliente, mas as tensões têm surgido.

"Adotaremos políticas sólidas que promovam a confiança, construam resiliência e protejam a estabilidade macroeconômica e financeira", mencionou no texto. "Guerras e conflitos em andamento continuam a impor um pesado custo humanitário, com grandes custos econômicos e significativos efeitos negativos", acrescentou.

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A partir do cenário, ele menciona que os membros do IMFC concordaram que mudanças políticas no comércio - que reconfiguram quadros políticos - aumentam a incerteza, mas também trazem oportunidade.

O comitê espera que a desinflação continue, com variações notáveis entre os países, enquanto os riscos para as perspectivas estão inclinados para o lado negativo.

Nesse sentido, o comunicado cita o "contexto desafiador" de baixo crescimento, alta dívida, eventos climáticos extremos e desastres naturais mais frequentes, tensões comerciais e desequilíbrios globais excessivos.

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Os integrantes do IMFC propõem que instituições econômicas fortes, notadamente bancos centrais independentes, permanecem essenciais para a credibilidade e confiança nas políticas.

"Calibraremos adequadamente nossa política fiscal. Os bancos centrais permanecem fortemente comprometidos em manter a estabilidade de preços, em linha com seus respectivos mandatos, e continuarão a ajustar suas políticas de maneira dependente de dados e bem comunicada", diz a declaração.

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