Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Com liquidez mais enxuta, dólar reage a questões domésticas e abre em alta

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A primeira sessão de 2023 no mercado de câmbio deve ser de liquidez mais enxuta por conta do feriado em Nova York, e, por isso, mais sucessível à reações dos investidores ao noticiário doméstico principalmente sobre a prorrogação das isenções dos combustíveis. Em 2022, o dólar encerrou em alta de 0,47%, cotado a R$ 5,2800 no segmento à vista e uma desvalorização 5,31% no acumulado do ano.

Na abertura, a moeda norte-americana apresentou alta de 0,24%, a R$ 5,2925 e, pouco antes do início da posse do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, renovou uma sequência de máximas, chegando a R$ 5,3630 (+1,57%) no segmento à vista e a 5,3930 (+1,35%) no futuro com vencimento para fevereiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No domingo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou uma medida provisória (MP) que prorroga a desoneração tributária dos combustíveis, que acabaria sábado, 31 de dezembro, mas será estendida por 60 dias.

O assunto já havia sido adiantado pelo futuro presidente da Petrobras, senador Jean Paul Prates, pouco antes da posse presidencial. "Queremos garantir que não haverá nenhum movimento traumático, a não ser que seja necessário, por uma emergência", disse.

Segundo Prates, a ideia é fazer qualquer movimento de preços de forma orgânica. "Não é para ter trauma nenhum", reforçou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro ato assinado por Lula ontem foi o que autoriza ministros a retirarem Petrobras, Correios e Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) do processo de desestatização. Durante seu discurso Lula fez questão de reafirmar que o teto de gastos será revogado, mas justificou dizendo que seus governos anteriores nunca foram caracterizados por indisciplina fiscal.

"A fala de Lula sobre seus planos para a economia não deve agradar os investidores", indicam os analistas da LCA Consultores em nota.

Para a LCA, com a MP prorrogando a desoneração dos combustíveis, Haddad aparentemente sofreu sua primeira derrota no governo. "Risco fiscal ficará maior".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao chegar para a posse do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, afirmou que medidas de isenção de impostos precisam sempre ser avaliadas sob a forma da exceção. "É importante que isenções sempre sejam analisadas num contexto abrangente e de exceção", disse, ao ser perguntado sobre a prorrogação da isenção de impostos federais sobre os combustíveis.

No exterior, o quadro econômico na China preocupa e pode derrubar os ativos de risco. Esta semana o foco estará na ata da mais recente reunião do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na quarta-feira e no payroll, que traz os dados do mercado de trabalho dos Estados Unidos e será divulgado na sexta-feira.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV