Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Com cenário incerto, projeto de geração distribuída volta à pauta da Câmara

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O projeto que trata de novas regras para a geração distribuída terá uma nova chance de ser aprovado pela Câmara nesta semana. A matéria está novamente na pauta de votação do plenário da Casa, mas o cenário ainda é incerto. Nas últimas semanas, a votação vem sendo postergada por resistência de alguns parlamentares e o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), cogitou criar uma comissão especial para debater o texto, o que levaria o debate à estaca zero.

Apesar de o texto estar na pauta desta terça-feira, 25, o relator da proposta, deputado Lafayette de Andrada (Republicanos-MG), acredita que a análise só acontecerá na quarta-feira, 26, já que está prevista a votação de duas Medidas Provisórias hoje. Mesmo sem consenso entre todos os parlamentares, o deputado está confiante na aprovação.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A proposta do deputado mantém as regras atuais por mais 25 anos para os consumidores que já instalaram suas placas solares ou geradores de até 3 megawatts (MW). Para as novas instalações, o projeto traz um período de transição de oito anos para o início do pagamento parcial de encargos. Nesse período, o pagamento será feito com apoio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) - que é rateada entre todos os consumidores do País, ampliando o custo dos subsídios nas tarifas de energia.

O PL também determina que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) irá valorar economicamente os benefícios da geração distribuída e irá elaborar uma regra para utilização desses benefícios para abater custos originados e encargos.

Apesar da falta de consenso, Lafayette de Andrada sinaliza que não há mais espaço para ceder na matéria e que a decisão final será de Lira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma das maiores resistências do projeto na Câmara é, contudo, o vice-presidente da Casa, Marcelo Ramos (PL-AM). O deputado pretende apresentar uma emenda substitutiva na tentativa de alterar o teor da proposta que será discutida.

Ele defende que os consumidores que geram a própria energia paguem integralmente todos os encargos. O parlamentar conta com o apoio do presidente da Comissão de Minas e Energia, Édio Lopes (PL-PR), e do presidente da Frente Parlamentar pelas Energias Renováveis, Danilo Forte (PSDB-CE).

A avaliação é de que Lafayette descumpriu acordos feitos com as lideranças e de colocar "pegadinhas" em seu parecer. "O meu substitutivo é o texto do deputado Lafayette, praticamente, só que acabando com subsídio depois do prazo de transição. E o dele, nessa última redação, depois da transição tem mais subsídios do que antes", afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV