Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

CNI diz receber com 'indignação' decisão do Copom e que Selic está em patamar excessivo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que recebeu "com indignação" a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que elevou nesta quarta-feira, 6, a taxa Selic em 0,5 ponto porcentual, para 11,25% ao ano. "Trata-se de mais uma decisão extremamente conservadora da autoridade monetária. Isso porque o nível em que a Selic se encontrava antes da reunião já era mais que suficiente para manter a inflação sob controle", diz a nota divulgada pela entidade há pouco.

Para a CNI, a alta da Selic irá trazer "prejuízos desnecessários à atividade econômica, com reflexos negativos em termos de criação de emprego e renda para a população".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A entidade destaca ainda que a questão das contas públicas merece melhor avaliação pelo BC. "Embora seja inegavelmente importante buscar a sustentabilidade da dívida, há um exagero na preocupação com o quadro fiscal. O impulso fiscal sobre a atividade econômica tem se reduzido significativamente ao longo de 2024, o que tende a frear a pressão sobre a inflação." Ressalta ainda que o menor ritmo de expansão das despesas somado ao crescimento da arrecadação federal tem mostrado que o cumprimento do limite inferior da meta de resultado primário de 2024 é "totalmente viável".

"Fica evidente que a Selic está em patamar excessivo e incompatível com os elementos que influenciam o quadro inflacionário", afirma a CNI, que defende que, ao invés de subir a Selic, o foco seja a retomada dos cortes nas taxas de juros. "Só assim o País conseguirá avançar na agenda de redução do custo financeiro suportado pelas empresas, que se acumula ao longo das cadeias produtivas, e pelos consumidores. Caso contrário, continuarão penalizando não só a economia brasileira, mas, principalmente os brasileiros, com menos empregos e renda."

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV