Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

CNI avalia como equivocada e conservadora decisão do Copom pela manutenção da Selic em 13,75%

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, anunciada nesta quarta-feira, 4, de manter em 13,75% ao ano a taxa básica de juros, a Selic, foi "equivocada e excessivamente conservadora" na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Para a entidade, a prolongação do aperto monetário "mantém o crédito caro, prejudica empresas e famílias e trava, ainda mais, a economia".

"A Selic permanece muito alta e isso afeta crédito, investimentos e a atividade econômica. É verdade que as expectativas para a inflação pioraram, mas o IPCA segue dentro do intervalo da meta no chamado horizonte relevante da política monetária. É possível continuar diminuindo os juros em ritmo compatível com a convergência da inflação para a meta, sem impor à economia um custo maior do que o necessário para assegurar a estabilidade dos preços", afirma o presidente da CNI, Ricardo Alban, que defende que o Copom retome o ciclo de corte dos juros em dezembro, quando está prevista a próxima reunião do colegiado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Fiemg

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) "avalia que a manutenção dos juros em patamar elevado prolonga os custos para o setor produtivo, dificulta a retomada dos investimentos e compromete a competitividade da indústria brasileira".

A entidade avalia que a "ausência de uma coordenação mais efetiva entre as políticas fiscal e monetária contribui para manter a pressão sobre a inflação e restringe as condições para a redução da taxa básica de juros".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A falta de consistência na condução fiscal impõe custos elevados à economia. Com juros altos por mais tempo, o crédito fica mais caro, os investimentos são adiados e a indústria perde capacidade de crescer e competir. O País precisa de responsabilidade fiscal e de sinais claros de compromisso com o equilíbrio das contas públicas", afirma o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV