Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

CMO aprova parecer preliminar do Orçamento e vai avaliar destaques de alteração

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Comissão Mista de Orçamento (CMO) aprovou o relatório preliminar do Orçamento de 2021. Conforme o Broadcast Político (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) antecipou, o parecer reserva um total de R$ 51,8 bilhões em verbas federais para emendas parlamentares, dos quais R$ 19 bilhões podem ficar fora do teto de gastos, regra que limita o crescimento de despesas à inflação do ano anterior.

O projeto deve ser definitivamente votado pela comissão no dia 23 e pelo plenário no dia 24 de março. Apesar da brecha, o relator da proposta, senador Marcio Bittar (MDB-AC), prometeu rigor com o teto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O cenário pressiona o governo do presidente da República, Jair Bolsonaro. No projeto orçamentário, apenas R$ 16,2 bilhões das emendas parlamentares terão pagamento obrigatório, ou seja, são impositivas. O Congresso tem uma carta na manga para ampliar o montante com pagamento obrigatório: a derrubada de um veto do presidente que abre caminho para o repasse obrigatório às emendas do relator do Orçamento e das comissões. O veto ainda não foi negociado com todas as bancadas partidárias.

A CMO aprovou uma alteração no projeto aumentando de 40% para 60% o porcentual de recursos do governo federal que os relatores setoriais podem remanejar no Orçamento. Ou seja, deputados e senadores que relatam as despesas de cada setor do orçamento federal, como saúde e educação, terão uma margem maior para tirar os gastos previstos pelo Executivo de uma área e colocar em outra.

Além disso, os parlamentares aprovaram um ajuste para autorizar a alocação de emendas parlamentares à complementação da União ao Fundeb. Durante a sessão, o relator justificou em pelo menos cinco ocasiões os R$ 35 bilhões previstos no parecer preliminar para emendas de relator.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele afirmou que a reserva está travada em função do teto de gastos, apesar de o relatório prever a destinação de R$ 19 bilhões desse montante para despesas fora do teto.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV