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China pede que empresas descumpram sanções dos EUA a refinarias que compram petróleo do Irã

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O Ministério do Comércio da China emitiu uma proibição no sábado, 2, determinando que as sanções dos EUA - que foram aplicadas contra empresas chinesas de energia na última sexta-feira - não devem ser reconhecidas, executadas nem cumpridas.

Segundo o ministério, a nova rodada de sanções viola o direito internacional e os princípios básicos das relações internacionais. "A sanção não afeta o cumprimento das obrigações internacionais assumidas pela China, nem a proteção, nos termos da lei, dos direitos e interesses legítimos das empresas com investimento estrangeiro na China", enfatizou.

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O governo acrescentou que sempre se mostrou contra sanções unilaterais que carecem de autorização da Organização das Nações Unidas (ONU) e de fundamento no direito internacional, e que continuará acompanhando de perto a situação de "aplicação indevida" de leis e medidas de outros países.

No dia 1º de maio, os EUA anunciaram novas sanções para tentar interromper o comércio de petróleo do Irã. O Departamento de Estado sancionou cinco empresas chinesas, incluindo a Hengli Petrochemical, Shandong Shouguang Luqing Petrochemical, Shandong Jincheng Petrochemical Group, Hebei Xinhai Chemical Group e Shandong Shengxing Chemical.

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