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China mostra disposição em negociar acordo de livre comércio e integração econômica com UE

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A China declarou estar disposta a negociar um acordo de livre comércio com a União Europeia, promover a integração entre o Cinturão Econômico e o plano 'Global Gateway' europeu, e "trabalhar conjuntamente pela reforma e o aprimoramento da governança global", segundo comunicado divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores em Pequim.

O comunicado foi revelado após encontro entre o chanceler Wang Yi e o ministro das Relações Exteriores da Estônia, Margus Tsahkna, em Pequim.

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Wang destacou que os dois países "não têm questões pendentes importantes nem conflitos de interesse fundamentais" e defendeu a construção de uma parceria "madura, estável, de respeito mútuo e cooperação ganha-ganha".

De acordo com o texto, Wang ainda expressou a expectativa de que a Estônia exerça um papel construtivo e ajude a União Europeia a "ajustar sua percepção da China", adotando uma abordagem de respeito mútuo nas relações bilaterais.

Ele também afirmou que Pequim "promoverá reformas mais profundas e uma abertura de alto nível", ampliando a inovação e criando oportunidades para o desenvolvimento conjunto com outros países. Ele reiterou que Taiwan é parte do território chinês e que o "princípio de 'Uma Só China' é a base política para o estabelecimento de relações diplomáticas da China com qualquer país".

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Segundo o ministério, Tsahkna declarou estar "muito satisfeito por ser o primeiro ministro estoniano das Relações Exteriores a visitar a China em dez anos" e reafirmou o compromisso de Tallinn com a política de 'Uma Só China'. Ambos os lados também discutiram a crise na Ucrânia e outros temas internacionais e regionais.

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