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China destaca reforço do mercado interno como estratégia central para estabilidade econômica

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O governo da China defendeu, nesta quinta-feira, 15, a necessidade de "colocar o fortalecimento da circulação econômica doméstica em uma posição mais proeminente" como estratégia central para garantir crescimento de longo prazo e enfrentar incertezas globais. A declaração foi feita pelo primeiro-ministro Li Qiang, durante uma reunião em Pequim convocada pelo Conselho de Estado.

Segundo comunicado, Qiang afirmou que a aposta na "circulação doméstica", com o fortalecimento da demanda interna e da integração produtiva dentro do país, deve ser vista como um movimento para "promover o desenvolvimento econômico de forma estável e duradoura".

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De acordo com o premiê, é preciso "compreender profundamente e avaliar com precisão a atual situação econômica" e "compensar as incertezas da circulação internacional com a estabilidade e o potencial de crescimento da circulação interna".

O documento chinês ressalta que "a economia de um grande país tem como vantagem única ser liderada pela demanda interna e capaz de circular internamente". Para isso, Qiang destacou quatro frentes principais: "alocação eficiente de recursos", "fusão entre inovação tecnológica e industrial", "autossuficiência das cadeias produtivas" e "equilíbrio dinâmico entre oferta e demanda".

Entre as medidas citadas, estão o combate ao protecionismo regional, o avanço de reformas para um "mercado unificado nacional", o apoio à industrialização de inovações tecnológicas e o fortalecimento do consumo como motor de crescimento. "Devemos acelerar a superação de gargalos, orientar a política econômica para beneficiar a população e promover o consumo", disse Qiang.

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O premiê ainda pediu atenção à geração de empregos, especialmente entre jovens e trabalhadores migrantes, e defendeu o estímulo ao investimento privado e ao surgimento de "pontos brilhantes" de crescimento em províncias e setores estratégicos.

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