Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ceron defende medidas para ter estabilização da dívida em nível abaixo de 80% do PIB

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, disse nesta quinta-feira, 3, ser importante que o País adote medidas para estabilizar a dívida pública "idealmente" num patamar ligeiramente inferior a 80% do Produto Interno Bruto (PIB). "Seria um grande resultado".

Ceron lembrou que a equipe está refinando os dados da nova trajetória, afetada, segundo ele, pelo aumento da taxa de juros, com estabilização que ronda entre 81% e 82% do PIB em 2028, como mostrou recentemente o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Estabilizar é o grande objetivo da política fiscal, sem dúvida nenhuma, estabilizar e depois começar a reduzir, o quanto mais próximo ou inferior a 80%, melhor. Então, como eu disse, agora é o momento de uma reflexão na sociedade do que falta fazer para a gente dar esse meio passo para o país recuperar o grau de investimento", afirmou o secretário.

Ele defendeu também o debate sobre as medidas necessárias que conduzam a trajetória da dívida para uma estabilização, o que envolve um processo de crescimento das despesas obrigatória que seja compatível com o arcabouço fiscal.

"É um necessário debate do quão importante é aproveitar essa oportunidade e fazer as medidas necessárias para que o país possa dar esse meio passo e mudar de patamar e voltar até o grau de investimento", disse Ceron, para quem a discussão fiscal no Brasil ganha uma nova dimensão pela perspectiva de o País recuperar seu grau de investimento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O secretário também defendeu que o governo está "muito atento" à gestão da dívida para tornar o mercado doméstico mais atrativo para os não-residentes. "Precisamos de estratégia coordenada na gestão da dívida tendo em vista retomada de grau de investimento. Isso tende a criar um fluxo de entrada de capital já se antecipando ao grau de investimento, se ele for crível", avaliou.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV