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Casa Branca diz seguir em contato com senadores sobre Build Back Better

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A porta-voz da Casa Branca, Jen Psaki, afirmou nesta quarta-feira, 5, que a administração segue em contato com uma série de senadores sobre os planos Build Back Better. Questionada na coletiva de imprensa diária sobre a oposição do senador democrata Joe Manchin, a representante afirmou que a extensão de crédito infantil é uma prioridade do governo, nesta que é uma das grandes divergências junto ao congressista, e disse que as verbas são "capazes de reduzir a pobreza infantil".

Além disso, em outro ponto de disputa com Manchin, Psaki disse que "combater as questões climáticas é fundamental" na agenda de cerca de US$ 2 trilhões.

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Sobre a pandemia, a porta-voz afirmou que o presidente Joe Biden "quer que escolas sigam abertas, e tentaremos fazer isso ocorrer de forma segura".

Segundo ela, recursos adicionais são necessários, e incluem a expansão de testes para a covid-19, algo que vem recebendo apoio federal, incluindo a busca por oferecer testagem gratuita no país. Sobre os riscos da doença, lembrou que "o impacto entre não vacinados ainda é muito maior em termos de hospitalizações e mortes", reforçando a necessidade da imunização.

Sobre as tratativas com a Rússia, marcadas por uma série de reuniões de representantes nos próximos dias, disse que "espera progresso com Moscou através da diplomacia", e que no caso da Ucrânia, o principal tema no momento, a intenção é aplicar as resoluções de Minsk. "Rússia está familiarizadas com nossa posições, incluindo soberania de europeus", afirmou.

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Por sua vez, Psaki fez uma série de acusações ao país, dizendo que Moscou "invadiu vizinhos, interferiu em eleições e envenenou adversários nos últimos anos". Questionada sobre a situação no Casaquistão, que vem enfrentando uma série de protestos e declarou estado de emergência, disse que as acusações de que os EUA são responsáveis pela instabilidade no país são desinformação.

A coletiva contou com a participação do chefe da força-tarefa contra gargalos na cadeia produtiva, John D. Porcari, que disse que no momento é "difícil dizer que problemas na cadeia de fornecimento chegaram num pico".

Segundo ele, os portos do país estão operando perto do máximo da capacidade mesmo com Ômicron, e a "vacinação é grande passo para retomar cadeias". Questionado sobre problemas com trabalhadores rodoviários, disse que é necessário não "apenas recrutar novas pessoas para serem caminhoneiras, mas manter as que temos", no que é necessário "melhorar qualidade de vida, incluindo em termos de condições de pagamento".

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