Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

'Carga tributária é pesada para produção e consumo', diz Marinho

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Em defesa ao avanço da reforma tributária, o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, comentou nesta segunda-feira (13) sobre a carga de impostos vigente no País. " (A) Carga tributária é pesada para produção e no consumo, mas ela é muito leve para os poucos bilionários existentes no Brasil, portanto é necessário que a gente enfrente esse trabalho", disse o ministro, durante reunião de diretoria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Marinho afirmou que é necessário uma união de forças para sensibilizar o Congresso na aprovação de uma reforma que ponha fim à regressividade do sistema. A pauta tributária é cara às indústrias, que defendem a redução de impostos para fomentar a geração de empregos. Marinho destacou que o "emprego de qualidade" está justamente neste segmento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ao destacar as relações de trabalho que vigoram atualmente, o ministro afirmou que houve retrocesso desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), processo definido por ele como "golpe". Com exceção da indústria, que está estruturada, o ambiente de trabalho deteriorou nos últimos anos, na visão de Marinho.

"Está tendo muita exploração indevida do trabalho e é preciso ser observado", disse, ao citar que têm sido registrados, em algumas regiões, o retorno do trabalho escravo e exploração da mão de obra infantil.

Americanas

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na Fiesp, o ministro do Trabalho também afirmou que parecem existir outras empresas com o "mesmo problema" das Lojas Americanas, em referência ao rombo nas contas da varejista. "Parece que tem outras (empresas com o mesmo problema da Americanas). Estamos buscando interagir com os acionistas da Lojas Americanas para minimizar o impacto, mas é certo que impacto haverá", disse ele durante a reunião.

"É preciso verificar as empresas, o compliance (...) Cria uma insegurança grande o acontecido na Americanas. A resposta mais rápida possível em relação a ela para que resolva, se não vai deixar ponto de interrogação", continuou.

O ministro disse que a pasta tem conversado com acionistas para minimizar os impactos do rombo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV