Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Capital Economics: China deve crescer menos com fim de estímulo fiscal e freio nas exportações

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A economia da China deve perder força ao longo do segundo semestre de 2025 com a redução dos estímulos fiscais e o enfraquecimento das exportações, segundo a Capital Economics. "O apoio fiscal tem sustentado a demanda doméstica, mas oferecerá menos ajuda no restante do ano", afirmou a consultoria nesta quarta-feira, 25.

Apesar dos números oficiais indicarem uma expansão de 5,4% no primeiro trimestre, na comparação anual, a Capital calcula que o crescimento real foi de apenas 3,8% no período, conforme seu indicador alternativo de atividade. "Essa fraqueza ocorreu mesmo com a disparada das exportações no início do ano, impulsionadas por uma corrida para antecipar tarifas", destacou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

As exportações, que responderam por cerca de 40% do crescimento econômico em 2024, devem perder protagonismo. A Capital prevê que as tarifas dos EUA sobre produtos chineses se estabilizem em torno de 40%, e que isso "tire apenas 0,3% do PIB da China nos próximos dois anos".

Na frente doméstica, o consumo até mostrou recuperação recente, mas isso "pode ser apenas um impulso temporário do programa de troca de eletrodomésticos". O investimento, por sua vez, tem sido penalizado pela queda no setor imobiliário. "O setor não está prestes a se recuperar. Os preços devem continuar caindo e a construção seguirá em retração por anos", avaliou a consultoria.

Do lado fiscal, o afrouxamento anunciado para 2025 foi concentrado no início do ano. "A emissão de títulos deve ser menor no restante do ano, o que significa que o estímulo fiscal oferecerá menos suporte à economia".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quanto à política monetária, a Capital acredita que o Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) só promoverá cortes modestos nos juros, temendo agravar a sobrecapacidade. "Esperamos apenas mais 10 pontos-base de corte em 2025". Com todos esses fatores, a consultoria projeta desaceleração do crescimento, e diz que "a economia deve crescer apenas 3,5% em 2025 e 3,0% em 2026".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV