Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Caixa tem lucro líquido de R$ 1,833 bi no 2º trimestre, queda de 70,7% em um ano

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A Caixa Econômica Federal (CEF) encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 1,833 bilhão, queda de 70,7% em relação ao mesmo período do ano passado. Em um trimestre, o banco público viu o lucro reduzir 27,9%, de acordo com balanço divulgado na manhã desta quinta-feira, 18.

A forte queda em termos anuais é explicada pelos fatores não-recorrentes que impulsionaram o lucro da Caixa no segundo trimestre de 2021. Naquele período, o banco público contabilizou os ganhos que obteve com a abertura de capital da Caixa Seguridade, que movimentou R$ 5 bilhões, e com a venda das ações que detinha no Banco Pan.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No primeiro semestre deste ano, o lucro da Caixa foi de R$ 4,4 bilhões, uma redução de 59,7% no comparativo anual. Sem os fatores extraordinários, a baixa teria sido de 30,2%, de acordo com a instituição.

No segundo trimestre deste ano, a Caixa ampliou as receitas provenientes de operações de crédito, bem como a carteira de operações e a receita de serviços. No entanto, observou uma forte expansão, de 78,1%, nas provisões contra devedores duvidosos, acima da média do mercado no mesmo período.

A margem financeira da Caixa foi de R$ 12,744 bilhões no segundo trimestre, alta de 14,7% em um ano e de 19,6% em um trimestre. Segundo a CEF, este aumento é decorrente dos crescimentos trimestrais de 15,5% nas receitas com operações de crédito, de 17,1% no resultado de aplicações interfinanceiras de liquidez e de 6,4% no resultado com operações de títulos e valores mobiliários.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, o banco observou um crescimento nas despesas de captação. Houve um crescimento de 25% nas despesas com empréstimos e repasses, de 20,1% em operações compromissadas e de 12,5% com operações de poupança. Nas operações com depósitos judiciais, o crescimento de despesas foi de 27,4%. "O comportamento dessas despesas reflete a alta dos juros, que impactaram diretamente no custo de funding", afirma a Caixa.

A carteira de crédito ampla da instituição, por sua vez, cresceu 13,7%, para R$ 928,175 bilhões. A carteira de crédito habitacional, em que a Caixa é líder de mercado, teve um aumento de 11% no período, para R$ 595,169 bilhões, enquanto a carteira destinada ao agronegócio chegou a R$ 30,780 bilhões, alta de 202,3% no mesmo período.

Ativos e rentabilidade

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No final do segundo trimestre, o ativo total da Caixa chegou a R$ 1,494 trilhão, alta de 2% em um ano. O número exclui ativos que são administrados pelo banco para terceiros, caso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O patrimônio líquido avançou 10,5% em base anual, para R$ 118,750 bilhões.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) da Caixa foi de 9,34% em base recorrente, uma queda de 1,37 ponto porcentual no comparativo anual. O ROE contábil, por sua vez, teve recuo de 9,46 pontos no mesmo intervalo, indo para 9,55%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV