Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Cade aprova Maersk assumir controle integral de terminal que divide com MSC em Santos

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a operação que permitirá à APM Terminals (APMT), do grupo Maersk, adquirir os 50% restantes da Brasil Terminal Portuário (BTP), no Portos de Santos (SP), atualmente sob o controle da Terminal Investment Limited (TiL), ligada ao grupo MSC.

Com a conclusão da transação, a BTP deixará de ter controle compartilhado entre APMT e TiL e passará a ser integralmente controlada pela Maersk. A operação foi analisada pela Superintendência-Geral do Cade, que entendeu não haver impactos concorrenciais relevantes na mudança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

No parecer, a Superintendência destacou que a APMT já exercia controle conjunto sobre a BTP e que as relações concorrenciais entre as partes que operam em Santos já existiam antes da eventual operação.

Segundo o órgão, a transação representa essencialmente, a consolidação do controle societário da empresa, sem alterações significativas na estrutura do mercado.

O Cade rejeitou o pedido da filipina International Container Terminal Services Inc. (ICTSI) para atuar como terceira interessada no processo. A companhia argumentou que a operação poderia reforçar posição dominante da Maersk, aumentar risco de discriminação comercial e ampliar o poder de coordenação entra grandes grupos do setor, além de mencionais possíveis reflexos relaciondos ao futuro do megaterminal de conteineres (Tecon-10).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Superintendência concluiu que a ICTSI não demonstrou legitimidade nem a pertinência das alegações para a análise do ato de concentração. O órgão afirmou que sua avaliação se restringe aos efeitos concorrenciais da operação submetida ao Cade e não abrange discussões sobre regras ou exigências de eventual licitação do Tecon Santos 10.

A operação ainda depende de autorização da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq)

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV