Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

BTG Pactual e XP travam ‘duelo’ por ativos de Eike Batista

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Depois de três leilões fracassados, a venda de debêntures emitidas pela Anglo American e que fazem parte do processo de falência da MMX, a antiga mineradora de Eike Batista, começou a andar em um processo de propostas diretas, que já gera disputa. Os ativos, que foram colocados em disputa nesta semana, atraíram a atenção de dois pesos-pesados do mundo dos investimentos: o BTG Pactual e a XP.

O primeiro a fazer uma proposta foi o BTG, em um movimento que desagradou tanto Eike quanto a seus credores dentro do processo de falência da MMX. O entendimento é de que o BTG estaria sendo favorecido, pois o banco apresentou proposta no dia seguinte à divulgação das novas condições para a venda das debêntures pela Juíza Claudia Helena Batista, da 1.ª Vara Empresarial de Belo Horizonte. A decisão elimina a hipótese de novo leilão, que chegou a ser marcado para segunda-feira, dia 12.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Além disso, a Justiça determinou que aceitará propostas até o dia 12, justamente para quando um novo certame, agora cancelado, estava previsto. No entanto, a proposta do BTG Pactual já foi aceita pelo administrador da recuperação judicial, pelo valor mínimo (R$ 360 milhões). Por isso, os demais proponentes teriam, segundo fontes, de apresentar oferta 1% superior aos R$ 360 milhões e mais 3% sobre a oferta para custeio da due dilligence (investigação prévia) feita pelo BTG para aquisição do ativo.

A XP e o Modal afirmam ainda, em sua proposta, que poderão cobrir eventuais contrapropostas que surjam em até cinco dias úteis após a declaração do juízo de falência de que sua oferta é a vencedora no processo de venda direta. A XP e o Modal abrem mão do "break-up fee" (multa pela perda da preferência) caso desistam da compra. O BTG havia exigido uma compensação de 3% caso perdesse a preferência, e as debêntures fossem vendidas a um terceiro.

A venda direta deverá atrair bem menos dinheiro do que em leilão - na última vez em que o certame fracassou, o preço era de R$ 1,25 bilhão. Os recursos arrecadados vão para a redução da dívida da MMX, incluindo o acordo de delação que a empresa fechou com o Supremo Tribunal Federal (STF).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV