Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Brasil é país pobre e precisa crescer para resolver pobreza, diz Roberto Setubal

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Brasil é um País pobre e não se resolve a pobreza distribuindo renda. "O Brasil precisa crescer para resolver o problema da pobreza", afirmou Roberto Setubal, copresidente do Conselho de Administração do banco Itaú em Live no canal do YouTube da Kinea, gestora do grupo financeiro. "Temos problemas seriíssimos no Brasil, como o de distribuição de renda. Mas não resolvemos esse problema distribuindo uma renda que não existe", disse.

Setubal reforçou que a economia brasileira precisa crescer para que seja possível "distribuir riqueza de fato". "O crescimento econômico é fundamental para se resolver o problema da pobreza no Brasil. (...) E não vejo os candidatos falando de crescimento econômico, de reforma", comentou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele citou a necessidade de algumas reformas, como a tributária, e que algumas mudanças para aumentar a produtividade do Brasil já foram feita, como privatizações da Eletrobras, e a reforma previdenciária.

Para crescer, Setubal afirmou que o Brasil precisa fazer algumas reformas importantes. Para isso, o próximo presidente precisa priorizar uma visão de longo prazo sem ter o calendário eleitoral em mente.

"Os governos assumem com o calendário eleitoral na cabeça. Uma reforma não dá resultado no dia seguinte. O resultado de uma reforma trabalhista, tributária, por exemplo, vem no longo prazo e não em apenas em um ou dois anos", disse Setubal. "Por isso, não entra na agenda prioritária dos governos fazerem reformas (...), que muitas vezes quebram interesses de núcleos no curto prazo. Por isso, é tão difícil de aprovar", afirmou o banqueiro. "A pressão política é algo complicado. Nosso sistema político com 30 partidos é complicado. Por isso, uma reforma política seria muito bem-vinda", destacou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV