Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas de NY ficam mistas, com perspectiva de recessão e mais altas do Fed

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas de Nova York fecharam majoritariamente em queda, diante do recrudescimento da perspectiva de que o Federal Reserve (Fed) será mais agressivo e manterá juros altos por mais tempo que o esperado. Além disso, a busca por sinalizações do BC americano nos comentários dos dirigentes da entidade continuaram nas mesas de operações, à medida que as preocupações com a possibilidade de recessão global aumentam.

O índice Dow Jones encerrou a sessão em alta de 0,39%, a 33.826,69 pontos - puxado pelo setor de serviços básicos e saúde, como papéis da UnitedHealth (2,41%) e Johnson & Johnson (1,36%). Já o S&P 500 caiu 0,28%, a 4.079,09 pontos; e o Nasdaq recuou 0,58%, a 11.787,27 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Hoje, o Bank of American (BofA) estendeu o horizonte previsto para os aumentos de juros do BC americano e agora espera um aumento adicional de 25 pontos-base em junho. Para o economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI) para o Hemisfério Ocidental, Andrew Hodge, o Fed precisa continuar elevando as taxas de juros este ano para poder "domar" a inflação nos Estados Unidos, sobretudo no setor de serviços, que somente deve cair com a desaceleração do aumento de salários.

"Os investidores estão mais abalados com a perspectiva de mais aperto do Fed. Não são apenas as expectativas do Fed que estão subindo, investidores também esperam que o Banco Central Europeu (BCE) envie taxas muito mais altas. Parece que o crescimento global certamente sofrerá um golpe mais duro, já que a política monetária se torna ainda mais restritiva nos próximos meses", analisa Edward Moya, da Oanda.

Para derrubar a inflação de volta à meta de 2% nos Estados Unidos, o BC americano teria que "esmagar" a economia americana, alertou o principal conselheiro econômico da Allianz, Mohamed El-Erian. Por outro lado, em entrevista ao Broadcast, Barry Eichengreen, professor da Universidade da Califórnia, em Berkeley, destaca que o Fed pode elevar os juros para 5,75% neste ano, mas ainda assim é possível que os EUA não ingressem em uma recessão neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre os dirigentes, presidente do Fed de Richmond, Thomas Barkin, disse que apoia o aumento de 0,25 ponto porcentual na taxa de juros do banco central neste mês nos Estados Unidos. Já a diretora da instituição Michelle Bowman disse que o Fed deve continuar aumentando as taxas de juros para reduzir a inflação, que continua "alta demais".

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV