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Bolsas de NY fecham sem coesão, com recorde do Dow Jones e peso da Nvidia sobre Nasdaq

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As bolsas de Nova York fecharam a quinta-feira, 29, com desempenhos divergentes, com o Nasdaq em queda, contaminado pelas perdas das ações da Nvidia. Os papéis da fabricante de chips recuaram depois que o balanço mostrou desempenho sólido no segundo trimestre, mas abaixo das expectativas infladas dos investidores. O Dow Jones, por sua vez, cravou novo recorde histórico após dados mostrarem solidez da economia dos Estados Unidos.

O Nasdaq fechou com baixa de 0,23%, aos 17.516,43 pontos. O índice Dow Jones ganhou 0,59%, aos 41.335,05 pontos. O S&P 500 ficou estável, aos 5.591,96 pontos.

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As ações da Nvidia encerraram o dia em baixa de 6,38%, cotada a US$ 117,59, recuperando-se de uma mínima de US$ 116,71. A empresa computou lucro e receita que superaram o consenso de analistas em balanço divulgado na quarta-feira, mas investidores vinham acostumados com surpresas ainda mais significativas nos trimestres anteriores.

O Bank of America Securities reiterou a recomendação de "compra" para ação da gigante americana e elevou o preço-alvo de US$ 150 para US$ 165. "Apesar do ruído trimestral, continuamos a acreditar na oportunidade única de crescimento da Nvidia", citaram os analistas.

O JPMorgan elevou o preço-alvo de US$ 115 para US$ 155, enquanto o WestPark ajustou sua meta de US$ 127,50 para US$ 165,00. A Cantor Fitzgerald e a Piper Sandler mantiveram suas projeções.

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As ações da Salesforce reverteram a alta inicial e terminaram em queda de 0,73%. Os investidores reagiram aos resultados trimestrais divulgados na quarta-feira e que vieram acompanhados pelo anúncio de renúncia da presidente e diretora financeira da companhia, Amy Weaver.

A Apple avançou 1,46%. A companhia está se preparando para o lançamento dos primeiros iPhones equipados com inteligência artificial, previsto para 9 de setembro, e encomendou entre 88 e 90 milhões de unidades, um aumento de mais de 10% em relação ao ano anterior, segundo o Nikkei Asia.

Entre os dados divulgados nesta quinta, o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 3,0% no segundo trimestre, acima do avanço previsto. O índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês), métrica inflacionária preferida do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), ficou abaixo da leitura preliminar. Em um outro relatório, os pedidos de auxílio-desemprego voltaram a cair na semana passada.

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*Com Dow Jones Newswires

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