Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas de NY fecham mistas, com desaceleração de emprego dos EUA e pressão de energia

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas de Nova York fecharam sem sinal único hoje, em dia de volatilidade, com certo impulso de dados mais fracos do emprego dos Estados Unidos e da desaceleração dos rendimentos dos Treasuries, mas com pressão do setor de energia.

O índice Dow Jones caiu 0,22%, aos 36.124,56 pontos, o S&P 500 recuou 0,06%, aos 4.567,18 pontos e o Nasdaq fechou em alta de 0,31%, aos 14.229,91 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Os índices ganharam fôlego no fim da manhã após o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos indicar que a abertura de postos de trabalho desacelerou para 8,7 milhões em outubro, na semana do relatório de empregos (payroll), que será divulgado nesta sexta-feira. Após o dado, o mercado aumentou suas expectativas de que o primeiro corte de juros do Federal Reserve (Fed) irá iniciar em março, segundo plataforma do CME Group. Por volta das 18 horas, a ferramenta FedWatch indicava 64,1% de chance de a taxa básica estar abaixo do nível atual (entre 5,25% e 5,50%) em março.

O setor de energia, entretanto, impôs pressão aos mercados. Entre os destaques, a Chevron caiu 1,37%, enquanto a Exxon Mobil cedeu 1,93%. Entre os 11 subíndices do S&P 500, o de energia foi o que mais caiu (-1,7%).

O sócio-fundador da Arbor Capital, Leonardo Otero, destaca que em 2024, o mais provável é que as principais economias cortem juros, de forma que o ano que vem poderá ser positivo para as bolsas. Otero, entretanto, chama atenção para o fato de que a alta do acumulado do ano do S&P 500, um dos principais índices da Bolsa de Nova York, é seguida de uma queda de sua pontuação em 2022, o que tecnicamente indica que o índice ficou "parado" nos últimos 24 meses.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da Dow Jones Newswires

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV