Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em queda, com aperto monetário em foco

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Em dia de agenda de indicadores modesta, as bolsas de Nova York fecharam em queda nesta quinta-feira, 22, ainda reagindo à perspectiva de mais aperto monetário, um dia após a decisão do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) elevar juros. O índice Dow Jones tentou uma reação na reta final dos negócios, mas por fim o tom negativo prevaleceu, enquanto os juros dos Treasuries avançaram.

O Dow Jones fechou em queda de 0,35%, em 30.076,68 pontos, o S&P 500 caiu 0,84%, a 3.757,99 pontos, e o Nasdaq recuou 1,37%, a 11.066,81 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O Fed elevou os juros na quarta-feira e sinalizou que outras altas virão. Nesta quinta, vários outros importantes bancos centrais pelo mundo fizeram o mesmo, entre eles o Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). O aperto monetário tende a ser negativo para as ações.

Entre os setores, tecnologia esteve entre as maiores quedas, o que pressionou o Nasdaq. Financeiro e industrial também recuaram, mas os de saúde e serviços de comunicação exibiram ganho.

Entre ações em foco, FedEx subiu 0,81%, após anunciar aumento de preços, a fim de lidar com um ambiente mais desafiador para seus negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre vários papéis de peso, porém, o sinal negativo prevaleceu, como Goldman Sachs (-2,43%), JPMorgan (-1,14%), ExxonMobil (-0,42%), Apple (-0,64%), Amazon (-1,04%) e Boeing (-3,20%).

Entre as altas estiveram Microsoft, que subiu 0,84%, Meta, em alta de 0,49%, e Alphabet, de 0,87%.

Na agenda de indicadores, os pedidos de auxílio-desemprego avançaram 5 mil na semana, a 213 mil, ante previsão de 215 mil dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV