Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em forte queda, com cautela por covid e pressão do petróleo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas de Nova York fecharam em forte queda, com todas as ações do índice Dow Jones no vermelho. O receio sobre possíveis consequências da variante Delta do coronavírus para a recuperação global esteve entre os fatores que derrubaram as ações. Outro elemento foi o forte tombo do petróleo, que pressionou as ações de petroleiras, além das tensões entre Estados Unidos e China, que voltam ao radar. O índice Dow Jones fechou em baixa de 2,09%, em 33.962,04 pontos, o S&P 500 caiu 1,59%, a 4.258,49 pontos, e o Nasdaq recuou 1,06%, a 14.274,98 pontos.

Na visão de Edward Moya, analista da OANDA, a "aversão ao risco está firmemente estabelecida à medida que a propagação da variante delta está desencadeando um voo para a segurança conforme as preocupações econômicas globais se intensificam". Os investidores globais estão ficando ansiosos e vendendo ações, que estavam em um cenário propício para recuos depois das altas consecutivos que levou os índices a renovarem recordes, avalia o analista. "É difícil manter ativos de risco no curto prazo, agora que ultrapassamos o pico de tudo" afirma sobre recuperação econômica e estímulos fiscais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"As ações caíram ainda mais após relatos de que os EUA e aliados estão culpando indivíduos ligados ao governo chinês pelo hack do Microsoft Exchange", aponta Moya, sugerindo que a lista de problemas entre as duas maiores economias do mundo continua a crescer e provavelmente sugere que não veremos águas calmas tão cedo. As disputas seguem tendo repercussão especialmente em empresas chinesas listadas nas bolsas americanas, e a Didi, que vem sendo um dos principais alvos da intervenção de Pequim, sofreu mais uma queda, recuando 7,69%. Neste cenário, os balanços ficaram em segundo plano. Com resultados marcados para depois do fechamento do mercado, a IBM recuou 0,71%.

Com a cautela, aéreas estiveram entre as mais penalizadas na sessão. American Airlines (-4,14%), Delta Airlines (-3,77%) e United Airlines (-5,54%) recuaram. Ligadas ao ramo de hospedagem, Booking Holdings (-3,60%) e Airbnb (-1,81%) foram outras quedas. Com o barril caindo próximo a 7% em Londres e NY, com o mercado atento ao acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+), Chevron (-2,69%), ExxonMobil (-3,44%) e Conoco Philips (-3,24%) foram outros destaques pressionando os índices. Contrariando a tendência, as ações da Moderna dispararam 9,48%, em mais uma alta que segue a notícia de que a empresa passará a integrar o S&P 500 a partir da próxima quarta-feira, 21.

Contato: [email protected]

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV