Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--
Economia
publicidade
ECONOMIA

Bolsas de NY fecham em alta, com desdobramentos de guerra e postura do Fed

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta terça-feira, 22, em uma sessão atenta aos desdobramentos na guerra da Ucrânia, que prossegue com as ofensivas militares russas e tratativas diplomáticas. Além disso, a postura do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), que incluiu dirigentes apontando para uma aperto mais rápido na política monetária, segue chamando atenção, tendo como um dos efeitos o avanço nos rendimentos dos Treasuries, além do impulso para as ações de bancos.

No fechamento, o Dow Jones subiu 0,74%, a 34.807,46 pontos, o S&P 500 avançou 1,13%, a 4.511,61 pontos, e o Nasdaq teve alta de 1,95%, a 14.108,82 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Após a postura hawkish da segunda-feira do presidente do Fed, Jerome Powell, e outras falas nesta terça do presidente da distrital de St. Louis, James Bullard, "parece que Wall Street está convencida" de que o Fed aumentará as taxas em meio ponto e anunciará a redução do balanço patrimonial na próxima reunião de política monetária em maio, avalia Edward Moya, analista da Oanda.

Em entrevista à Bloomberg TV, Bullard afirmou que o Fed precisa agir agressivamente para garantir que a inflação fique sob controle. De olho neste cenário, Goldman Sachs subiu 1,16%, acompanhado por JPMorgan (+2,13%) e Morgan Stanley (+1,74%), Wells Fargo (+4,44%) e Bank of America (+3,10%).

Para o analista, a política do Fed está prestes a se tornar restritiva e o aperto no mercado de commodities ainda permanecerá, mesmo que haja uma solução rápida para a crise na Ucrânia. "Ainda há um longo caminho para que a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) produza algum esforço coordenado que possa nos aproximar do fim desta guerra", afirma Moya.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nesta semana, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, vai à Europa, onde participará de reunião da Otan e do Conselho Europeu. Na visão do analistas, "parece que qualquer fraqueza econômica que está começando a surgir está sendo ignorada conforme cresce a esperança de que a Rússia tenha perdido força na guerra".

A Tesla está abrindo sua primeira fábrica na Europa nesta terça-feira, nos arredores de Berlim, em um esforço para desafiar as montadoras alemãs em seu território. A empresa diz que sua nova "Gigafactory" empregará 12 mil pessoas e produzirá 500 mil veículos por ano, segundo a Associated Press. As ações da empresa tiveram alta importante, avançando 7,91%.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV