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Bolsas de NY fecham em alta com dados, Livro Bege e possível alívio de tarifas de Trump

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As bolsas de Nova York conseguiram se recuperar e fecharam em alta após sessão marcada por volatilidade e frequentes inversões de sinal. O movimento foi impulsionado pela confirmação da Casa Branca de que o presidente dos EUA, Donald Trump, adiaria em um mês as tarifas sobre importações de carros, além do possível "alívio" nas tensões comerciais com o México e o Canadá. Os dados econômicos divulgados pela manhã ajudaram a sustentar os índices, e o Livro Bege do Federal Reserve (Fed) deu um impulso final a Wall Street no fim da tarde.

O índice Dow Jones subiu 1,14%, a 43.006,59 pontos, o S&P 500 avançou 1,12%, a 5.842,63 pontos, e o Nasdaq ganhou 1,46%, aos 18.552,73 pontos.

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Hoje, a Casa Branca confirmou que Trump concederá um prazo de um mês antes da aplicação das tarifas sobre os veículos do mercado do Acordo Estados Unidos-México-Canadá (USMCA).

Funcionários do governo teriam se reunido ontem para discutir o tema com os executivos da Ford (+5,81%), General Motors (+7,21%) e Stellantis (cujas ações listadas nos EUA subiram 9,28%). A Tesla acompanhou o movimento, mesmo com vendas fracas na China, e subiu 2,60%.

A AeroVironment, do setor de defesa, recuou 4,38% diante de estimativas de receita e lucro abaixo do esperado, da incerteza quanto ao apoio dos EUA à Ucrânia e das articulações da União Europeia para aumentar os gastos com defesa e reduzir a dependência americana no setor no continente.

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Com previsão desanimadora para o primeiro trimestre fiscal e para o ano, a Abercrombie & Fitch caiu 9,17%.

O setor aéreo se beneficiou da queda no preço do petróleo, e United Airlines (+5,87%), American Airlines (+5,54%), Delta (+3,80%) e Southwest (+1,70%) avançaram.

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