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Bolsas de NY fecham em alta após Microsoft inspirar recuperação do setor de tecnologia

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As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quinta-feira, 30, recuperando parte das perdas da sessão anterior após a reunião do Federal Reserve (Fed). O avanço foi liderado pelo setor de semicondutores e pela Microsoft, após a divulgação de seus resultados trimestrais na véspera.

O Dow Jones fechou em alta de 1,19%, aos 52.209,57 pontos. O S&P 500 subiu 1,67%, aos 7.437,98pontos. E o Nasdaq teve avanço de 2,78%, encerrando em 25.122,18 em pontos.

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Os papéis da Microsoft dispararam 15% após a bigtech divulgar crescimento do negócio de nuvem Azure e "gastos responsáveis". Para o Bank of America, o principal destaque do balanço da empresa foi a validação crescente da sua estratégia de inteligência artificial (IA).

Na esteira do resultado da Microsoft, os papéis de semicondutores também reagiram: o ETF iShares Semiconductor subiu mais de 8%. A Micron Technology avançou 18% e a AMD registrou de 13%. Por outro lado, as ações da Meta caíram 7,9% e da Qualcomm 2,6% após balanços decepcionantes das duas empresas.

Wall Street se descolou do noticiário bélico no Oriente Médio. A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, em inglês) afirmou que irá retaliar os Estados Unidos hoje, após os americanos concluírem nesta quinta-feira o que classificaram como uma "intensa onda de ataques" contra o país persa iniciada ontem à noite.

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Os investidores mantêm a atenção na agenda doméstica americana. O Federal Reserve (Fed) manteve inalterada ontem a taxa de juros pela quinta reunião consecutiva. Dessa vez, porém, não houve unanimidade, o que por si só embutiu ainda maior incerteza sobre os passos futuros do BC americano. Ainda assim, o Goldman Sachs manteve a expectativa de que o Fed preserve os juros estáveis ao longo de todo o restante de 2026.

Em dados, o índice de preços de gastos com consumo (PCE) em junho ficou em linha com as expectativas nos EUA, enquanto o núcleo do indicador avançou menos do que o esperado. Ao mesmo tempo, a primeira leitura do PIB do segundo trimestre mostrou desaceleração da economia americana. No mercado de trabalho, os pedidos semanais de auxílio-desemprego ficaram abaixo das projeções.

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