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Bolsas da Europa sobem com alívio na inflação, mas tarifas ainda concentram atenções

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As bolsas europeias fecharam em alta nesta terça-feira, 1º de abril, impulsionadas por dados positivos de inflação e desemprego na zona do euro, enquanto investidores monitoram informações sobre as tarifas a serem anunciadas na quarta-feira pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Em Londres, o FTSE 100 avançou 0,61%, para 8.634,80 pontos. O DAX, de Frankfurt, subiu 1,67%, fechando em 22.534,33 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, ganhou 1,10%, encerrando a sessão em 7.876,36 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 1,21%, a 13.302,58 pontos, e o PSI 20, de Lisboa, avançou 1,24%, para 6.950,65 pontos. Já o FTSE MIB, de Milão, subiu 1,33%, fechando em 38.557,38pontos. Os dados são preliminares.

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Após afirmar que todos os países seriam afetados pelas tarifas recíprocas, Trump indicou na segunda-feira que pode adotar um tom mais moderado. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, entretanto, reafirmou que o bloco tem um "plano forte" para retaliar as tarifas americanas, se necessário, ao passo que o Reino Unido manifestou otimismo sobre uma possível reversão das tarifas e um acordo com os EUA.

Por enquanto, investidores se apegaram à desaceleração inflacionária na zona do euro, aos sinais de robustez do mercado de trabalho e de fragilidade industrial, que alimentaram a expectativa por mais cortes de juros pelo Banco Central Europeu (BCE).

Em Frankfurt, a ThyssenKrupp chegou a subir em torno de 10% durante o pregão, antes de fechar em alta de cerca de 6% após a Kepler Cheuvreux elevar sua recomendação para a ação do grupo industrial alemão de "manutenção" para "compra".

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As montadoras europeias seguem pressionadas. O setor automotivo está sendo negociado a preços baixos após o alargamento dos spreads na semana passada, reflexo do anúncio de Trump sobre tarifas de 25% sobre importações automotivas. No entanto, estrategistas do BNP Paribas afirmam que o pior já pode estar precificado e que a indústria pode se beneficiar dos planos da Alemanha para um aumento substancial nos gastos fiscais.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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