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Bolsas da Europa seguem sem força antes de dados nos EUA; Volkswagen ajuda DAX

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Por Patricia Lara*

São Paulo, 02/09/2026 - As bolsas europeias seguem sem força nesta sexta-feira. Investidores aguardam relatório do mercado de trabalho nos EUA, o payroll, como potencial gatilho para movimentos mais consistentes. Em Frankfurt, a Volkswagen salta com aval a plano de reestruturação. Em Milão, perdas do setor bancário trazem pressão adicional ao mercado.

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Por volta das 7h25 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 estava colado à estabilidade, com variação de 0,06%, a 649,50 pontos. No mesmo horário, a Bolsa de Londres tinha variação de +0,01%. A Bolsa de Frankfurt subia 0,24% e a de Paris perdia 0,10%. Milão tinha baixa de 0,35%. Madri cedia 0,3% e Lisboa perdia 0,12%.

As vendas no varejo da zona do euro caíram inesperadamente em julho, um sinal de que a resiliência do bloco diante dos elevados preços da energia pode estar vacilando, mesmo com dados distintos apontando para uma recuperação contínua da indústria alemã.

Insumos importantes para definições de política monetária, os contratos futuros do petróleo Brent recuam e os contratos de gás natural são negociados em queda leve, ajudando a referenciar as negociações do dia. Por volta das 7h13, o contrato do Dutch TTF para outubro, principal referência para o preço de gás natural, tinha baixa de 0,21%, a 71,65 euros por megawatt-hora, na ICE.

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Em Milão, ações do setor bancário estão em destaque de baixa. Banco BPM (-1,4%) e Banca Mediolanum (-1,1%) se posicionam como maiores quedas porcentuais do índice FTSE MiB. BPER, FinecoBank, Intesa Sanpaolo e Mediobanca também carregam perdas.

Em Frankfurt, a Volkswagen dispara 6%. A aprovação de um novo plano de reestruturação pelo conselho de supervisão da Volkswagen é uma grande surpresa e representa um avanço fundamental para uma empresa que muitos investidores consideravam "irrecuperável", escrevem analistas do Deutsche Bank. No entanto, o acordo não resolve os desafios da Volkswagen da noite para o dia, e a execução continua sendo crucial, afirmam os analistas.

Contato: [email protected]

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* Com informações da Dow Jones Newswires

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