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Bolsas da Europa reduzem alta e Milão cai sob pressão do Unicredit após proposta ao BPM

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As bolsas da Europa reduzem a alta vista mais cedo nesta segunda-feira, 25, ponderando os ganhos nos futuros de Wall Street com dados que mostram piora da confiança na Alemanha e um noticiário que coloca os bancos regionais em foco. As ações do Unicredit recuam e impõem perdas no mercado de Milão após a instituição italiana propor a compra do concorrente de menor porte BPM em meio ao esforço para ganhar fatia de mercado.

Por volta das 7h52 (de Brasília), o índice Stoxx 600 tinha alta marginal de 0,13%.

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O mercado recebeu mais um dado fraco da Alemanha. O índice de sentimento das empresas do país caiu mais do que o previsto, segundo pesquisa divulgada pelo instituto alemão Ifo nesta segunda-feira. Para o instituto, a economia alemã está tropeçando. Na semana passada, dados mostraram que o Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha encolheu.

O dado ajuda a diluir o efeito do rumo positivo nos futuros das bolsas de Nova York, em meio à recepção favorável à sinalização do presidente eleito dos EUA, Donald Trump, de que escolheu Scott Bessent, gestor do Key Square Group, para o Departamento do Tesouro dos EUA.

O setor bancário está em foco na sessão, após o UniCredit propor a compra dO Banco BPM por 10 bilhões de euros (US$ 10,5 bilhões). A investida ocorre após o UniCredit encontrar obstáculos para a sua proposta de aquisição do alemão Commerzbank. Os papéis do Unicredit tinham baixa de 3,65% e respondiam pela maior queda porcentual do FTSE Mib, perto das 8h01 (de Brasília). O BPM subia 1,5%.

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Já o Commerzbank recuava 5,18% em Frankfurt. A potencial união do Unicredit com o Banco BPM criaria uma instituição com capitalização de mercado de 72,4 bilhões de euros, ultrapassando o Intesa Sanpaolo como o maior credor da Itália e o Banco Santander da Espanha como o maior banco da zona euro em valor de mercado.

Em Londres, as ações da Anglo American subiam 1,67%, após a companhia vender a fatia remanescente de seus negócios com carvão na Austrália para a Peabody em um negócio de US$ 3,8 bilhões, à medida em que a materializa seus esforços de reestruturação. Os papéis da Kingfisher cediam 13,8% após a varejista detentora de marcas como Castorama estreitar a faixa de projeções de lucros para o ano completo, colocando um teto mais baixo para o resultado potencial.

A Bolsa de Londres tinha alta de 0,11% e a de Lisboa, de 0,09%. Frankfurt subia 0,25% e Paris 0,11%. No câmbio, o euro subia a US$ 1,048 e a libra avançava US$ 1,2580.

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*Com informações da Dow Jones Newswires

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