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Bolsas da Europa fecham na maioria em baixa, seguindo semana de ganhos e de olho em Trump

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As bolsas da Europa fecharam na maioria em baixa nesta segunda-feira, 30, em um cenário de realização de lucros após os avanços da última semana, e com atenções aos desdobramentos do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A postura comercial da administração norte-americana segue em foco, mas outras decisões também são observadas.

O índice pan-europeu Stoxx 6000 fechou em baixa de 0,42%, a 541,37 pontos. Em Londres, o FTSE 100 caiu 0,43%, a 8.760,96 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,51%, a 23.909,61 pontos. Em Paris, o CAC40 teve queda de 0,33%, a 7.665,91 pontos.

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O governo do Reino Unido anunciou que o acordo comercial que reduziu tarifas dos EUA para carros e peças de aeronaves britânicos entrou em vigor hoje. A fabricante britânica de motores para aviões Rolls-Royce subiu 1,59% em Londres.

Já o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, disse no domingo à noite que as negociações comerciais com os EUA foram retomadas após o governo canadense desistir de tributar empresas de tecnologia americanas.

Os EUA têm a expectativa de fechar "vários" acordos comerciais antes de 9 de julho, segundo declaração recente do secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.

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As ações reagiram ao plano de Trump (apoiado pelo Senado) de eliminar gradualmente os subsídios à energia limpa. A Orsted despencou 3,72% e a Vestas 7,97% em Copenhague, enquanto a EDP Renováveis caiu 4,29% em Lisboa, pressionando o PSI 20 à uma queda de 0,89%, a 7.456,27 pontos. Por trás do movimento, está a proposta que exige que os projetos elegíveis para incentivos de energia limpa sejam apenas aqueles que concluam a construção até 2027. Até agora, a exigência era que a construção começasse até o final de 2025.

O vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, afirmou que a economia da zona do euro está estagnada por uma "enorme e brutal incerteza" em torno da política comercial global e, por mais que considere o crescimento econômico no primeiro trimestre como "bom", acredita que no segundo e terceiro trimestres, "será quase estável".

Entre os indicadores, taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da Alemanha teve alta de 2,0% em junho, uma desaceleração na comparação a maio, quando teve alta de 2,1%. O resultado contrariou a previsão de analistas, que previam avanço de 2,2%. Já as vendas no varejo alemão tiveram uma inesperada queda de 1,6% em maio. No Reino Unido, foi registrado crescimento de 0,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2025.

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Por outro lado, em Milão, o FTSE MIB subiu 0,13%, a 39.792,22 pontos. Em Madri, o Ibex35 teve alta de 0,16%, a 13.991,90 pontos.

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