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Bolsas da Europa fecham em queda sob tensões geopolíticas, comerciais e de olho em balanços

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As bolsas europeias fecharam em queda nesta sexta-feira, 8, pressionadas pela nova escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e por ameaças tarifárias renovadas do presidente norte-americano, Donald Trump, contra a União Europeia (UE). O aumento da aversão a risco afetou principalmente setores ligados ao crescimento econômico, como indústria, bancos, defesa e turismo, enquanto investidores também monitoraram indicadores fracos da Alemanha e a temporada de balanços corporativos.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,43%, a 10.233,07 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,44%, a 24.307,42 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 1,09%, a 8.112,57 pontos. Em Milão, o FTSE MIB fechou em estabilidade, a 49.289,54 pontos. Em Madri, o Ibex 35 cedeu 1,02%, a 17.876,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,73%, a 9.067,26 pontos. As cotações são preliminares.

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Trump afirmou que a UE poderá enfrentar tarifas "muito mais altas" caso não cumpra compromissos previstos no acordo comercial firmado com Washington até 4 de julho. Ao mesmo tempo, EUA e Irã voltaram a trocar ataques no Golfo Pérsico, aumentando as incertezas sobre um eventual acordo de paz.

Na agenda macroeconômica, a produção industrial da Alemanha caiu 0,7% em março ante fevereiro, contrariando expectativa de alta. Para o ING, os dados mostram que a guerra no Oriente Médio "começou a cobrar seu preço" da indústria alemã e podem levar a revisões negativas do PIB do primeiro trimestre.

Entre as ações, em Frankfurk, a Rheinmetall tombou cerca de 9%, enquanto a fabricante de componentes militares Renk caiu perto de 6%.

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Os bancos também pressionaram os índices: Commerzbank caiu perto de 3,8%, apesar de reportar lucro operacional recorde no primeiro trimestre, elevar metas financeiras e anunciar corte de cerca de 3 mil vagas em meio à disputa com o UniCredit, que recuou 1,9%.

Já o Intesa Sanpaolo cedeu cerca de 2,4%, mesmo após divulgar lucro trimestral recorde acima das expectativas e reafirmar sua projeção para 2026. O setor cedeu cerca de 0,9%.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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